MPor amplia ações de inclusão, acessibilidade e combate ao assédio no transporte aéreo

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), por meio da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), tem conduzido uma série de iniciativas que consolidam uma nova fase para uma aviação civil brasileira mais inclusiva, acessível e socialmente responsável. Parte das ações, realizadas em parceria com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), universidades, concessionárias de aeroportos e companhias aéreas, integram o programa Asas para Todos, uma estratégia de governo que une diversidade, capacitação e sustentabilidade no setor aéreo.

Entre os principais projetos em andamento está o Programa de Acolhimento ao Passageiro com Transtorno do Espectro Autista (TEA), que prevê a instalação de salas multissensoriais em aeroportos brasileiros. As primeiras unidades já funcionam em Florianópolis (SC), Vitória (ES), Congonhas (SP), Santos Dumont e Galeão (RJ), além de Recife (PE), Brasília (DF) e Maceió (AL). Outras sete novas serão entregues ainda neste ano, em capitais como Belém (PA), Fortaleza (CE) e Porto Alegre (RS).

Esses espaços oferecem estímulos visuais, táteis e auditivos que favorecem o relaxamento e o bem-estar de passageiros neurodivergentes, além de ambientes tranquilos para momentos de crise. O projeto é fruto de uma parceria entre o MPor e a Casa Civil, no âmbito do programa Novo Viver sem Limites, do Governo Federal.

“A aviação é um símbolo de conexão entre pessoas, regiões e oportunidades. Queremos que todos se sintam parte desse universo, com igualdade de acesso, respeito e acolhimento em cada aeroporto e voo do país”, afirma o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, ressaltando ainda a importância da integração entre os órgãos governamentais e outros setores para alcançar esses objetivos.

Em outra frente, o MPor coordena o programa Aviação Acessível, desenvolvido com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que busca identificar barreiras enfrentadas por passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida. O projeto resultou na criação do Manual de Acessibilidade da Aviação Civil Brasileira e do Observatório da Acessibilidade, disponíveis na plataforma aviacaoacessivel.com. A iniciativa também originou o Prêmio de Acessibilidade e Inovação, que reconhece empresas e aeroportos com boas práticas no atendimento a passageiros com deficiência.

Combate ao assédio

A campanha Assédio Não Decola é outro destaque das ações sociais do MPor. Lançada em parceria com companhias aéreas e concessionárias, a iniciativa tem como foco o combate ao assédio e à importunação sexual no transporte aéreo, por meio da conscientização, prevenção e orientação de profissionais e passageiros. Em 2025, o ministério lançou o Guia Assédio Não Decola, que orienta sobre como agir diante de situações de violência e promove a cultura do respeito nos aeroportos e aviões.

Além disso, o programa Mulheres na Aviação busca ampliar a presença feminina em carreiras técnicas e de liderança no setor. Atualmente, apenas 3% dos pilotos e 2,4% dos profissionais de manutenção aeronáutica no Brasil são mulheres. O MPor e a Anac têm firmado acordos de cooperação e parcerias com universidades, empresas e entidades internacionais para reduzir essas desigualdades e fortalecer a participação feminina na aviação civil.

Novas gerações

O Asas para Todos também promove ações de formação e capacitação, voltadas à democratização do acesso à educação aeronáutica e à inserção de jovens no mercado de trabalho. Em parceria com os ministérios do Turismo, das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos e da Cidadania, o programa oferece oportunidades para quem sonha em ingressar no setor, além de fortalecer a mão de obra técnica já existente.

Com apoio da Anac, o programa vem construindo um pacto entre governo, setor privado e sociedade para garantir que a aviação civil brasileira seja mais diversa, representativa e comprometida com os valores de inclusão e respeito.

Fonte: Agência Gov

Lavagem com água deixa oito jatos da Finnair fora de operação

Um procedimento de manutenção aparentemente inofensivo obrigou a Finnair a imobilizar oito de seus Airbus A321 e cancelar aproximadamente 40 voos entre os dias 13 e 14 de outubro, afetando milhares de passageiros.

A causa foi a utilização de um método de limpeza com água nas capas dos assentos, que não havia passado pela verificação adequada quanto ao impacto nas propriedades retardantes de chamas do material, como informa o Aviacionline, portal parceiro do AEROIN.

A companhia aérea recebeu uma notificação do fabricante dos assentos alertando que a lavagem com água não havia sido validada para garantir a manutenção dos padrões de segurança contra incêndio. Em comunicado, a Finnair explicou: “A segurança é sempre nossa máxima prioridade, e seguimos rigorosamente as instruções de manutenção dos fabricantes, bem como as diretrizes e recomendações das autoridades”.

Como medida de precaução, a empresa suspendeu temporariamente a operação das aeronaves afetadas para realizar inspeções adicionais. Essa situação resultou no cancelamento de cerca de 20 voos diários na segunda-feira, 13, e na terça-feira, 14 de outubro.

Sete das oito aeronaves envolvidas foram identificadas, segundo informou a NDTV Lifestyle, com base em dados do Flightradar24. Os Airbus A321 com matrículas OH-LZM, OH-LZN, OH-LZP e OH-LZU já se encontravam em Helsinque. Além disso, o OH-LZO foi transferido de Oulu, o OH-LZR de Málaga e o OH-LZT de Londres. A oitava aeronave, com matrícula OH-LZS, encontra-se em Praga para manutenção programada desde o final de setembro.

O incidente ressalta a criticidade dos procedimentos de Manutenção, Reparo e Operações (MRO) na indústria aeronáutica. Cada material dentro de uma cabine de passageiros, desde os carpetes até os plásticos dos compartimentos superiores e os tecidos dos assentos, deve atender a certificações de inflamabilidade extremamente rigorosas.

A norma EASA CS-25.853 (“Compartment interiors”) exige que os materiais resistam a uma chama vertical de um bico de Bunsen por um tempo determinado sem propagar o fogo e se autoextinguindo assim que a fonte de calor é retirada. Qualquer alteração desses materiais, mesmo uma simples lavagem com um método não aprovado, requer uma nova verificação para assegurar que suas propriedades de segurança contra incêndio não foram comprometidas.

Fonte: Aeroin

Lançada campanha global para ajudar viajantes a voarem com segurança com itens que têm baterias de lítio

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) lançou hoje, dia 15 de outubro, a campanha global de segurança “Viaje com Inteligência com Baterias de Lítio”, que oferece aos viajantes sete regras simples para voar com segurança quando transportando telefones celulares, laptops, power banks e outros dispositivos alimentados por lítio.A campanha, incluindo o vídeo apresentado abaixo nessa matéria, será veiculada no site e nas redes sociais da IATA e está disponível como material de marca branca para companhias aéreas, aeroportos e outros parceiros do ecossistema de viagens.

Nick Careen, Vice-Presidente Sênior de Operações, Segurança e Proteção da IATA, disse:

“Dispositivos alimentados por lítio são seguros quando manuseados corretamente, mas podem representar riscos se estiverem danificados ou embalados de forma inadequada. À medida que mais viajantes voam com esses dispositivos, nossa campanha ‘Viaje com Inteligência com Baterias de Lítio’ ajudará as companhias aéreas a educar seus passageiros sobre as regras simples que devem ser seguidas ao viajar com dispositivos eletrônicos, que se tornaram parte essencial de suas vidas diárias”.

Uma pesquisa recente da IATA com passageiros revelou que a maioria dos viajantes voa com dispositivos alimentados por lítio:

– 83% dos viajantes carregam um celular;

– 60% carregam um laptop;

– 44% carregam um power bank (carregador portátil).

Embora 93% dos viajantes se considerem informados sobre as regras para transportar dispositivos alimentados por lítio (incluindo 57% que se classificam como muito familiarizados com as regras), ainda persistem equívocos críticos, como:

– 50% acreditam, incorretamente, que é permitido embalar pequenos dispositivos alimentados por lítio na bagagem despachada;

– 45% acreditam, incorretamente, que é permitido embalar power banks na bagagem despachada;

– 33% acreditam, incorretamente, que não há limites de potência para power banks ou para baterias sobressalentes.

Sete Regras Simples de Segurança

Os materiais da campanha destacam sete regras simples que todo viajante deve seguir:

1- Faça uma mala leve: Leve apenas os dispositivos e baterias que realmente precisa.

2- Fique atento: Se um dispositivo estiver quente, soltando fumaça ou danificado, avise imediatamente a tripulação ou o pessoal do aeroporto, conforme o momento.

3- Mantenha os dispositivos com você: Sempre transporte celulares, laptops, câmeras, vapes (se permitidos) e outros itens com baterias na bagagem de mão, nunca na bagagem despachada.

4- Proteja baterias soltas: Mantenha baterias sobressalentes e power banks em sua embalagem original ou cubra os terminais com fita para evitar curtos-circuitos ao encostarem em itens metálicos.

5- Lembrete no portão: Se sua bagagem de mão for despachada no portão para ser transportada no porão da aeronave, remova primeiro todas as baterias de lítio e dispositivos que estiverem nela.

6- Verifique o tamanho da bateria: Para baterias maiores (com mais de 100 watt-horas, como as usadas em câmeras maiores, drones ou ferramentas elétricas), consulte a companhia aérea, pois pode ser necessário obter aprovação.

7- Verifique as regras da companhia aérea: Sempre confirme as políticas da sua companhia aérea, pois os requisitos podem variar de acordo com as regulamentações locais.

A campanha multilíngue será lançada com materiais digitais que companhias aéreas e outros parceiros poderão adaptar e compartilhar com os passageiros, garantindo mensagens consistentes de segurança em toda a indústria.

O seguinte vídeo curto e animado, projetado para tornar as 7 regras simples, envolventes e fáceis de lembrar, poderá ser usado por companhias aéreas e aeroportos em seus canais digitais e redes sociais:

Informações da IATA

Anac realiza webinário para apresentar novas revisões sobre exame prático e concessão de habilitações para Mecânicos de Manutenção Aeronáutica

Evento será transmitido no dia 16/10 no canal da Agência no YouTubeCompartilhe:


No dia 16 de outubro, a partir das 15h30, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) realizará um webinário informativo para esclarecer as novas revisões das Instruções Suplementares (IS) nº 65-001 e 183-003. As revisões regulatórias trazem simplificações quanto à concessão de licenças e exames práticos para Mecânicos de Manutenção Aeronáutica (MMA). Os documentos foram publicados nesta segunda-feira, 13 de outubro, e apresentam, em resumo, as seguintes alterações:  

  • IS nº 65-001 (Revisão F): agora detalha todos os passos para a concessão da Licença de Mecânico de Manutenção Aeronáutica (MMA), além do processo de recadastramento. 
  • IS nº 183-003 (Revisão C): simplifica o exame prático realizado por examinadores credenciados, que passam a notificar a Agência em vez de solicitar autorização. 

Além de acompanhar o evento pelo canal da Anac no YouTube , os interessados poderão enviar suas dúvidas para esclarecimentos antes ou durante o seminário pela plataforma Sli.do

Durante o webinário, haverá ainda uma apresentação especial sobre possibilidades de carreira para o MMA. 

Webinário: Novos procedimentos para o exame prático de MMA e concessão de habilitações

DATA: 16/10/2025 (quinta-feira) 

HORÁRIO: 15h30 às 17h (horário de Brasília 

TRANSMISSÃO: Canal oficial da Anac no YouTube, pelo link https://youtube.com/live/zgHAnR8oBsY?feature=share 

Assessoria de Comunicação Social da Anac 

Brasil é destaque na ONU por tecnologia em saúde de aeroportos

Assembleia da ONU discute futuro da aviação e reconhece protagonismo do Brasil em saúde aeroportuária


A Assembleia Geral da ICAO (Organização da Aviação Civil Internacional, agência da ONU para a aviação civil) vai reunir 193 Estados-membros no final de setembro, em Montreal, no Canadá. O encontro, realizado a cada 3 anos, é considerado o principal Fórum Global de definição de políticas para o setor. É nesse espaço que se revisam programas técnicos, econômicos, jurídicos de cooperação, com decisões que impactam diretamente passageiros, companhias aéreas e aeroportos em todo o mundo. A ICAO tem como missão garantir que a aviação mundial funcione como um sistema único e integrado, permitindo que aeronaves de diferentes países operem em condições de padronização segurança.

Nesse contexto, a delegação brasileira terá destaque ao levar soluções inéditas para o debate internacional. A Med+, em parceria com a ABR (Aeroportos do Brasil), vai apresentar o AMU Digital, prontuário médico eletrônico já implantado em 34 terminais, e o Med Truck, um caminhão para formação e atualização de bombeiro de aeródromo. Para Victor Reis, chairman do Grupo Med+, o espaço conquistado pelo Brasil reforça a importância de olhar para além da operação de voos e também de pensar em expansão. “A aviação civil é também uma questão de saúde pública. Ter o Brasil reconhecido como referência nesse tema mostra que podemos contribuir com soluções concretas que elevam o padrão de atendimento ao passageiro e fortalecem a segurança do sistema como um todo. Agora, o desafio é expandir essas soluções para além das fronteiras nacionais, levando nossa experiência a diferentes continentes e adaptando-a a realidades diversas. Acreditamos que a internacionalização dessas iniciativas é o um passo natural, capaz de transformar não apenas a aviação brasileira, mas o próprio padrão global de cuidado com a saúde no transporte aéreo”, afirma.

Além de marcar presença na agenda internacional, o debate também abre caminho para que o Brasil compartilhe experiências e aprenda com práticas de outros países. A integração internacional de dados clínicos entre aeroportos, por exemplo, é um tema que ganha cada vez mais relevância diante do aumento do fluxo global de passageiros e da necessidade de respostas rápidas a emergências médicas. “O objetivo de levar nossas experiências à ONU não é apenas apresentar tecnologia, mas discutir protocolos, avaliar métricas e compreender como o setor pode avançar de forma coordenada. A aviação conecta o mundo e, nesse ambiente, a saúde do passageiro precisa ser vista como prioridade estratégica. A expansão internacional dessas iniciativas fortalece a posição do Brasil como referência e amplia nossa capacidade de impacto”, completa Reis.

Ao inserir soluções brasileiras no debate global, a expectativa é de que o país ajude a influenciar diretrizes internacionais que devem nortear a aviação nos próximos anos. A presença na Assembleia da ICAO reforça a posição do Brasil como ator relevante em um setor que impacta diretamente o turismo, o comércio e a integração de mercados, mas também traz responsabilidades adicionais: ampliar a capacidade de resposta, adotar padrões de excelência e contribuir para que o sistema aéreo mundial funcione de forma cada vez mais seguro, eficiente e integrado.

Fonte: https://abcdoabc.com.br/

Táxi aéreo em São Paulo: helicópteros, helipontos e a revolução da mobilidade aérea executiva

São Paulo vive em ritmo acelerado. Entre reuniões, eventos e deslocamentos longos, o fator tempo virou vantagem competitiva. Nesse contexto, o táxi aéreo em São Paulo deixou de ser luxo para se tornar uma ferramenta estratégica de mobilidade.

São Paulo concentra a maior frota de helicópteros do mundo, com mais de 240 aeronaves registradas, além de uma rede densa de helipontos corporativos, hospitalares e residenciais. Somado à digitalização do serviço de fretamento, o resultado é um modal capaz de conectar Faria Lima, Paulista, Itaim, Alphaville, aeroportos e litoral em poucos minutos.

A seguir, um panorama completo sobre por que os helicópteros fazem tanto sentido em São Paulo, incluindo os helipontos mais utilizados, os principais modelos operados pela Flapper, as rotas mais populares, a faixa de preços e os diferenciais que explicam o crescimento desse mercado.

Porque que os helicópteros fazem sentido em São Paulo?

Trânsito, tempo e previsibilidade – O trânsito de São Paulo pode transformar um trajeto regular de 20km em mais 2 horas em horários de pico. Em dias de chuva ou vésperas de feriado, a economia de tempo pode superar mais de 3 horas em um único deslocamento.

De helicóptero, rotas urbanas como Faria Lima – Guarulhos levam cerca de 12 minutos, oferecendo previsibilidade para quem tem agenda apertada.

Ecossistema pronto para operar – A cidade possui mais de 261 helipontos ativos, o que viabiliza rotas porta a porta e amplia as opções de pouso e decolagem. Além disso, o controle de tráfego aéreo exclusivo para helicópteros na área de Congonhas favorece operações urbanas seguras e coordenadas.

Quais são os helipontos mais utilizados em São Paulo?

Em São Paulo, localização é eficiência. De acordo com dados do sistema de cotações da Flapper destacam-se os seguintes helipontos:

Blue Tree Tower Faria Lima (SSOA): é o heliponto mais utilizado de São Paulo. Ideal para pousos de helicópteros mono e biturbina leves, incluindo o modelo Agusta AW109. Porém, possui limitações de peso de 3 toneladas, o que faz com que alguns helicópteros biturbina, como o Bell 429 ou o Airbus H145, não possam operar no local com “full pax”.

Sua proximidade com o distrito financeiro da Faria Lima o torna uma das escolhas preferidas entre clientes corporativos. Possui lounge exclusivo de espera, com TV, Wi-Fi e café.

Endereço: Av. Brig. Faria Lima, 3989 – Itaim Bibi, 04538-133.

Internacional Plaza II (SDXQ): é uma alternativa ao Blue Tree Faria Lima para pousos de helicópteros biturbina pesados, como H145, H155, Bell 429 ou Dauphin. Possui limite de 4,5 toneladas e um lounge dedicado para clientes no penúltimo andar.

Endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1327 – Vila Nova Conceição, 04543-011.

WTC São Paulo (SDWT): opção preferida de clientes que buscam acesso aos bairros do Brooklin e Morumbi, além dos centros de conferências WTC, CENU e Hilton. Aceita helicópteros bimotores de até 4 toneladas, incluindo modelos H145. Possui lounge de espera.

Endereço: Av. das Nações Unidas, 12.559 – Brooklin Novo, 04578-903.

Grand Mercure São Paulo Ibirapuera (SDPL): ideal para quem deseja acessar a região do Ibirapuera, com capacidade para helicópteros leves e pesados, comportando até 8 passageiros.

Endereço: R. Sena Madureira, 1355 – Ibirapuera, 04021-051.

Parque Paulista (SDPT): com acesso fácil pela Avenida Paulista, é o heliponto mais utilizado dessa região. Aceita pousos de helicópteros de até 4 toneladas, incluindo o H145.

Endereço: Alameda Santos, 1940 – Paulista, 01310-200.

Helipontos de hotéis: os seguintes hotéis de São Paulo possuem heliponto ativo que autoriza pousos de terceiros: Tivoli Mofarrej (SJTY), Blue Tree Faria Lima (SSOA), Grand Mercure (SDPL) – os dois últimos já mencionados – e o Hotel Sheraton, que utiliza o heliponto do WTC São Paulo (SDWT). Os helipontos dos hotéis Pullman Vila Olímpia (SSCS) e Emiliano (SDKM) podem ser utilizados apenas pelos hóspedes.

Hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e São Luiz: estratégicos para transporte médico e remoções.

Helicenter Alphaville (SJIW): solução para quem vive ou trabalha no polo empresarial de Alphaville e Barueri. Adequado para todos os tipos de helicópteros. Possui um lounge de espera.

Endereço: Alameda Ásia, 298 – Santana de Parnaíba, 06543-312

A Flapper atende centenas de helipontos corporativos e privados espalhados pela capital e pelo interior, incluindo shoppings, estádios, condomínios e fazendas. Essa diversidade permite combinar deslocamentos urbanos com viagens regionais de forma contínua, sem que o passageiro precise tocar o chão entre conexões.

Quais são os helicópteros mais usados em São Paulo para táxi aéreo?

A cidade opera com frota diversificada, ajustando aeronaves ao objetivo do voo, número de passageiros, tempo disponível e orçamento.

Com base nos dados coletados de cada hangar, há 243 helicópteros permanentemente baseados em São Paulo, enquanto o Estado de São Paulo conta com 410 helicópteros, de acordo com as tabelas do Portal ATFM, da CGNA de outubro, 2025. Em linhas gerais, a divisão se dá entre monoturbina e biturbina.

Monoturbina: eficiência e custo otimizado – Os helicópteros monoturbina são a escolha certa para deslocamentos urbanos rápidos, passeios panorâmicos e transfers curtos para regiões próximas. Entregam agilidade com excelente relação custo-benefício, especialmente para grupos pequenos que priorizam tempo e praticidade no dia a dia.

Atendem bem executivos com agenda intensa, casais em voo panorâmico e transfers rápidos para aeroportos ou cidades próximas. A faixa de preço está em torno de R$7.000 a R$11.000 por hora*.

Helicóptero H125 B3, uma versão aprimorada do bem-sucedido “Esquilo” | Divulgação – Flapper

Airbus H125 (Esquilo): Versátil e veloz, é helicóptero mais popular no Brasil. Cabine para até 5 passageiros, bom desempenho em dias quentes e pistas elevadas. Ideal para rotas intraurbanas, panorâmicos e deslocamentos até o litoral mais próximo.

Tanque e performance permitem voos de 90-120 minutos com folga de reserva. Há 11 helicópteros Esquilo homologados para táxi aéreo e baseados em São Paulo, incluindo três B3 e oito B2.

Airbus H130Com seis assentos e visual “Premium”, o H130 é popular entre os clientes mais exigentes. O H130 tem mais espaço para bagagem e uma cabine maior. Além disso, possui um perfil de ruído mais silencioso. Há 2 helicópteros H135 disponíveis para fretamentos em São Paulo.

Bell JetRanger: Compacto e econômico, ótimo para 3 a 4 passageiros com bagagem leve. Com excelente custo por hora é indicado para passeios aéreos e transfers de curta duração. Há apenas 1 helicóptero Bell JetRanger homologado para táxi aéreo em São Paulo.

Biturbina: performance, conforto e alcance – Quando a missão pede mais velocidade, conforto, alcance ou condições operacionais mais exigentes, os biturbina são a escolha certa.

Cabines mais silenciosas e acabamento Premium elevam a experiência a padrão executivo internacional. Atendem grupos executivos de 6 a 8 passageiros, com operações noturnas e sob condições meteorológicas mais complexas. A faixa de preço está em cerca de R$24.000 a R$36.000 por hora*.

Agusta A109 e AW109: Tornou-se popular na era de Abílio Diniz e Michel Klein, transformando São Paulo no maior mercado para o A109 do mundo. Elegante e confiável, o A109 tem espaço confortável para seis passageiros. É ideal para viagens ao litoral, ao interior de São Paulo e com destino ao Aeroporto de Catarina.

Com cabine de nível de ruído reduzido, proporciona um voo suave e agradável. Atualmente há dois helicópteros AW109 em São Paulo com licença comercial.

Interior de Agusta A109, com configuração VIP, de cinco passageiros. A configuração padrão do A109 é para 6 passageiros e 2 pilotos | Divulgação – Flapper

Bell 429: Cabine com piso plano, portas de correr e excelente acessibilidade. Indicado para grupos que precisam de mais espaço interno. Há três helicópteros Bell 429 disponíveis para fretamento em São Paulo.

Airbus H145: O H145 oferece uma cabine mais espaçosa, com compartimento adicional para bagagem e configuração para até oito passageiros, além de dois pilotos. É o helicóptero executivo civil mais avançado disponível no mercado. Seus rotores garantem estabilidade extra, enquanto a aviônica e o GPS, combinados ao piloto automático, permitem que ele voe em condições meteorológicas bastante desafiadoras. Atualmente, há dois H145 disponíveis em São Paulo.

Airbus H135: Opção sólida para agendas corporativas e deslocamentos ao litoral. Seu peso leve permite operar em mais helipontos, mas tem capacidade reduzida para apenas 5 passageiros. Há dois EC135 disponíveis para fretamento em São Paulo.

Airbus H155: Categoria executiva com cabine ampla que cabem até 9 passageiros e cruzeiro estável, pensado para viagens mais longas com alto conforto. Entrega experiência premium em layout VIP, com bom alcance para destinos no litoral e interior sem comprometer o nível de ruído e vibração. São dois EC155 na região de São Paulo

*Os valores variam conforme o modelo, a distância e o tempo de voo. O preço inclui remuneração de pilotos, combustível, seguro e outros custos variáveis. Taxas de pouso variam de R$500 a R$1000, dependendo do heliponto.

Quanto custa voar de helicóptero em São Paulo? Os preços variam conforme o tipo de aeronave, a rota escolhida, o tempo de voo e até fatores como horário e disponibilidade, com custos a partir de R$5.500 por um voo panorâmico de 30 minutos ou R$2.500 por passageiro num transfer simples de Guarulhos para Faria Lima.

Um voo de São Paulo para Ilhabela, de 45 minutos, pode  custar R$18.000 no acessível helicóptero monoturbina Esquilo ou mais de R$40 mil no exclusivo helicóptero biturbina Bell 429 ou H145. Na maioria dos casos, especialmente em agendas corporativas ou em deslocamentos para o litoral em finais de semana e feriados, o custo é compensado pela economia de horas que seriam gastas no trânsito.

Faixas de preço por tipo de voo

Intraurbano: Por volta de R$11.000* por trajeto, geralmente em aeronaves monoturbina, conectando bairros, polos empresariais e aeroportos em poucos minutos.

Litoral: entre R$12.000 e R$25.000* para destinos como Guarujá, Riviera de São Lourenço, Ilhabela e Paraty, reduzindo viagens de até 6 horas de carro para menos de 1 hora de voo.

Panorâmicos: a partir de R$1500 por pessoa*. Uma opção cada vez mais popular entre turistas e moradores que desejam viver a experiência de sobrevoar pontos icônicos como a Av. Paulista, o Ibirapuera e a Serra do Mar.

Voo panorâmico de luxo: uma nova tendência no mercado. Clientes trocam um voo simples de 30 minutos por experiências exclusivas com almoço nas ilhas e restaurantes | Divulgação – Flapper

*Esses valores refletem rotas mais comuns, mas podem variar de acordo com modelo da aeronave, taxas de pouso, horário do voo e tempo de espera.

Exemplos de transfers frequentes

Faria Lima – Guarulhos (GRU):cerca de 12 minutos de voo. A partir de R$11.000, é a rota preferida de executivos que precisam chegar ao maior aeroporto internacional do Brasil sem imprevistos.

São Paulo – Juquehy: cerca de 35 minutos de voo. Valores a partir de R$14.000 em monoturbina como o AS350, perfeito para quem deseja chegar ao litoral norte com agilidade.

Faria Lima – Fazenda Boa Vista: entre 30 e 35 minutos, com preços que variam de R$16.000 a R$26.000. Rota bastante usada por empresários e famílias que possuem propriedade na Fazenda.

Operação apenas com parceiros certificados: hubs como Helicidade e Helipark dão suporte a manutenção, hangaragem e padrão técnico. Os pilotos que operam junto com a Flapper são homologados pela ANAC e todas as aeronaves possuem certificação de táxi aéreo.

Tecnologia e transparência: cotação e reservas em menos de 30 minutos, com comunicação ágil.

Soluções para todos os usos e necessidades: seja para transporte intraurbano, litoral, interior, panorâmico, MICE, remoção médica e agenda executiva complexa, a Flapper vai atendê-lo.

O futuro da mobilidade executiva já acontece em São Paulo

São Paulo reúne os elementos perfeitos para que o táxi aéreo de helicóptero seja uma solução concreta de mobilidade: rede ampla de helipontos, frota disponível, controle de tráfego dedicado e uma plataforma tecnológica que simplifica a contratação. Com acesso homologado a 261+ helipontos e frota completa do essencial ao premium, a Flapper entrega tempo, previsibilidade e conforto em um dos ambientes urbanos mais desafiadores do mundo.

Para ver opções, horários e valores para a sua necessidade agora, basta acessar na página oficial de táxi aéreo em São Paulo e fazer sua cotação.

Paul Malicki, CEO da Flapper, aguardando clientes no Allta Heliport , na Zona Oeste de São Paulo | Divulgação – Flapper

Fonte: Aeroin

ANAC soa o sinal vermelho para o transporte de baterias de lítio em voos comerciais no Brasil

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) emitiu, no dia 7 de outubro, um novo alerta de segurança operacional (ASO 0004-0/2025) que direciona sua atenção aos operadores aéreos que atuam sob o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC) nº 121.

O documento apresenta diretrizes sobre o transporte de baterias de lítio em voos comerciais, em resposta ao crescente número de incidentes relacionados a superaquecimento e incêndios.

De acordo com a ANAC, estudos recentes indicam que dispositivos eletrônicos portáteis (PEDs), como notebooks e smartphones, quando transportados em bagagens despachadas ao lado de substâncias inflamáveis, como perfumes e sprays, elevam consideravelmente o risco de incêndio.

A agência enfatiza que esses aparelhos devem ser transportados na cabine, onde a equipe de voo pode intervir rapidamente em situações de emergência. Aparelhos como cigarros eletrônicos e power banks são considerados particularmente arriscados. Os primeiros podem ser acionados sem intenção, gerando calor excessivo, enquanto os segundos não são permitidos na bagagem despachada.

O alerta orienta as companhias aéreas e as equipes que atuam no solo a:

– Reforçar a capacitação sobre as restrições relacionadas ao transporte de baterias de lítio;

– Informar os passageiros no momento do check-in sobre os riscos e proibições;

– Solicitar a retirada de baterias de bagagens despachadas no portão de embarque;

– Utilizar vídeos, anúncios e sistemas de notificação para aumentar a conscientização;

– Proibir o uso de carregadores portáteis durante o voo;

– Garantir que os dispositivos estejam desligados e protegidos contra possíveis danos.

Além disso, é aconselhável que as tripulações estejam habilitadas a identificar sinais de fuga térmica e que os equipamentos de combate a incêndio a bordo sejam avaliados quanto à sua adequação para enfrentar esse tipo de emergência.

A ANAC ressalta que a gestão da segurança operacional deve ser ativa e flexível, priorizando a identificação de novos riscos e a implementação de medidas de proteção eficazes. O documento ainda sugere uma revisão dos procedimentos, treinamentos e sistemas de avaliação de risco, com especial atenção à localização dos dispositivos a bordo. Embora o alerta não tenha caráter legal, ele serve como uma importante orientação técnica para fortalecer a segurança dos voos comerciais no Brasil.

Fonte: Aeroin

Comissão de Transportes analisa alternativas para baixar o preço das passagens aéreas

Também foram discutidas as dificuldades enfrentadas pelas empresas e pelos consumidores Compartilhe Versão para impressão


O deputado Leônidas Cristino (PDT-CE) afirmou que os altos preços das passagens aéreas prejudicam o direito de locomoção, a integração entre os destinos e o desenvolvimento econômico e regional do país. O assunto foi discutido em audiência pública na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, a pedido de Cristino.

“Semanalmente, recebemos reclamações sobre preços abusivos, falta de respeito e desconsideração das empresas com os passageiros”, disse o parlamentar, ao abrir o debate.

O encontro discutiu as causas do aumento das tarifas e as dificuldades enfrentadas pelas companhias aéreas e pelos consumidores.

Altos custos
Segundo o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Juliano Noman, o preço das passagens reflete os altos custos operacionais do setor.

O querosene de aviação representa cerca de 35% do custo de um voo, seguido pelos gastos com manutenção das aeronaves e mão de obra especializada.
Tarifas de aeroportos, impostos e o excesso de regulação também encarecem as passagens.

“O preço está alto para quem paga. Por outro lado, as três empresas que aqui estão tiveram que passar por processos de recuperação judicial”, disse Noman, referindo-se à Latam, Gol e Azul. “Então, há um descasamento aí. Se está caro para quem paga e está pouco para quem recebe, obviamente há um problema no ambiente regulatório.”

Poucos voos regionais
Com os custos operacionais elevados, as companhias aéreas concentram os voos em rotas mais rentáveis.

O deputado Julio Lopes (PP-RJ) ressaltou que a frota comercial brasileira tem menos de 500 aviões em operação e que a meta de atender 200 destinos regionais ainda não foi alcançada.

De 5.578 cidades brasileiras, apenas 137 contam com voos regulares. “[Precisamos] usar não só o Fundo de Aviação Civil, mas todo o esforço do Parlamento brasileiro para que a gente tenha uma ampliação da malha e do número de aviões em voo no Brasil.”

Ações do governo
O secretário de Turismo do Ceará, Eduardo Bismarck, explicou que algumas rotas regionais só se mantêm com apoio financeiro dos governos estaduais. Ele citou o trecho Juazeiro do Norte–Fortaleza, operado de forma subvencionada pela Latam, e o voo Parnaíba–Fortaleza, que recebe incentivo do governo do Piauí.

A diretora de Outorgas da Secretaria Nacional de Aviação Civil, Clarissa Barros, afirmou que o governo atua para aumentar a concorrência e reduzir custos para as empresas que operam no Brasil. Segundo ela, há iniciativas para financiamento de linhas aéreas e redução da regulação do setor.

O superintendente de Serviços Aéreos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marco Porto, destacou que o órgão busca atrair novas empresas e diminuir barreiras para operação no país. “[A Anac tem trabalhado] para tentar reduzir os custos para que isso acabe chegando no passageiro, que é o nosso cliente final”, afirmou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Museu Aeroespacial recebe apresentações de aeronaves e exposição de aviões da Segunda Guerra

O Museu Aeroespacial, no Campo dos Afonsos, Zona Oeste, recebe neste fim de semana o MUSAL Airshow, tradicional evento que conta com apresentações de acrobacias aéreas e esquadrilhas de fumaças, exposições de aeronaves antigas e uma série de atividades para toda a família. A programação é organizada pela Força Aérea Brasileira (FAB) e celebra, de forma antecipada, o Dia da Força Aérea Brasileira e do Aviador, em homenagem ao pioneiro voo do 14-Bis, realizado por Alberto Santos Dumont (1873-1932) em 23 de outubro de 1906, em Paris, França.

Esta foi a primeira vez do militar Jayme Tavares no evento, que acontece todo ano. Morador da Ilha do Governador, Zona Norte, ele levou a família ao local neste domingo (5) e destacou, ao DIA, a importância de preservar a história da aviação militar brasileira. “Conhecer a história é importante, e também conhecer o que a Aeronáutica faz para a sociedade, os efeitos positivos da Força Aérea Brasileira”, disse. Jayme, de 48 anos, contou as suas partes favoritas do MUSAL Airshow. “Gostei mais da parte de exposições, do Museu Santos Dumont e as aeronaves que estavam lá para a gente conhecer a história”, explicou.

Apresentações

Um dos grandes destaques dos dias de evento são as apresentações marcantes da Esquadrilha CEU, com acrobacias comandadas pelo Willian Grouth, pilotando sua aeronave RV-7. Além disso, os aviões de caça também protagonizam um show aéreo com rasantes. Os espetáculos tiraram o fôlego da química Mariana Rio, 31, moradora de Paraty. “Gostei das apresentações, é sempre emocionante ver as acrobacias. Da esquadrilha da FAB, então, que eles passam bem próximos uns dos outros… E a exposição dos aviões no Hangar também é muito legal”, explicou a mulher, que já havia ido ao MUSAL Airshow outras duas vezes.

Mariana levou a família e ressaltou o impacto positivo da exposição nos mais jovens. “Penso que os militares não são muito valorizados no país. Então, [esse evento] é muito importante para que a população conheça também o que a Força Aérea faz e tenha a oportunidade de estar próximo dos equipamentos, tecnologias e história da aviação. Isso incentiva muitos jovens a seguir carreira militar também, acho isso muito legal e bonito de ver.”

A fachada do museu recebeu uma exibição especial em comemoração aos 80 anos do Glorioso Regresso da Força Aérea Brasileira (FAB) da Segunda Guerra Mundial, com aeronaves icônicas da época: o Curtiss P-40 Warhawk e o Republic P-47 Thunderbolt. A parte de dentro do estabelecimento também conta com o renomado C-130 Hércules, recentemente aposentado, e o C-115 Buffalo, ambos muito requisitados pelo público. As Forças de Segurança também marcaram presença, com apresentações e demonstrações do Grupamento de Cães da Guarda Municipal do Rio de Janeiro (GM-RIO), do Batalhão de Ações com Cães da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (BAC-PMERJ) e da Divisão de Ação com Cães do DEGASE, além de alguns dos Esquadrões da FAB.

O local também tem o Espaço Azul, um ambiente inclusivo e adaptado para crianças e jovens neuroatípicos, oferecendo oficinas sensoriais, atividades psicomotoras e acompanhamento de profissionais especializados. A programação infantil do evento também reúne pontos de leitura, recreação esportiva, exibição de filmes e oficinas de robótica. A ação foi uma parceria da FAB com a AVJET Rio Serviços Aéreos e a Hangar 7 Eventos, contando ainda com o apoio institucional das Forças Armadas, Forças de Segurança e diversas instituições públicas e privadas.

Fonte: Fab

Azul integra inteligência artificial na análise meteorológica para aumentar eficiência operacional

A Azul está ampliando a integração entre tecnologia e meteorologia, adotando soluções inovadoras que fortalecem a previsibilidade e a tomada de decisão nas operações. Um dos avanços significativos é a avaliação de fenômenos meteorológicos através da inteligência artificial, realizada por meio da plataforma Tomorrow.io.

Os meteorologistas da companhia calibram o sistema, focando em fenômenos que podem ter um impacto significativo nas operações em cada aeroporto e rota, resultando em informações mais objetivas e precisas.

Além disso, a companhia começou a utilizar estudos climatológicos baseados em dados históricos para identificar períodos de maior impacto meteorológico em seus hubs.

“Com o avanço das mudanças climáticas e o aumento da frequência de eventos extremos, a adoção de tecnologias meteorológicas avançadas – como inteligência artificial e satélites dedicados – tornou-se essencial para reforçar nossas previsões, além de garantir segurança e eficiência nas operações. A Azul tem acompanhado de perto essas importantes tendências do mercado, com o objetivo de aprimorar continuamente seus processos,” disse Bianca Penelas, diretora do CCO da Azul.

Bianca Penelas destacou os impactos positivos das mudanças recentes no CCO, como a capacidade de tomar decisões mais assertivas e uma maior previsibilidade nas ações, refletindo de forma benéfica na malha aérea e na gestão dos voos, especialmente em condições climáticas adversas em todo o Brasil.

“Em apenas três meses, avançamos significativamente, especialmente durante o inverno, com previsões precisas de fenômenos meteorológicos no Sul do país. Em julho, por exemplo, mesmo sem alertas oficiais dos softwares, nosso time identificou a possibilidade de nevoeiro em Viracopos (SP) ao combinar dados de umidade, temperatura, pressão e vento,” comentou Bianca.

Com essa análise, a equipe ativou um plano de alternados, que permite antecipar possíveis situações em que um voo precisaria ser redirecionado para um aeroporto alternativo, minimizando cancelamentos e garantindo mais segurança tanto para os passageiros quanto para a tripulação. “Esse plano de alternados nos permite reajustar a malha de maneira proativa, evitando custos operacionais elevados,” explicou Penelas.

Outro exemplo da eficácia da nova abordagem ocorreu em julho, quando a equipe de meteorologia previu um acumulado de chuva de 150 mm em três dias no Rio Grande do Sul, acompanhado de ventos fortes. Diante desse cenário, a equipe forneceu informações cruciais às áreas operacionais para antecipar possíveis impactos na malha aérea.

“O compartilhamento de informações é uma prática diária da companhia, envolvendo vários setores fundamentais para o sucesso do nosso trabalho. Neste caso específico, houve apenas três cancelamentos e nenhum voo foi alternado na região, evidenciando a eficácia da atuação preventiva,” afirmou Bianca.

Em um esforço contínuo para aprimorar a segurança e a eficiência operacional, a Azul implementou uma nova padronização no plano de alternados, promovendo uma interação contínua entre todas as áreas envolvidas. Além disso, a companhia intensificou seus briefings operacionais, que agora abordam impactos de forma mais direcionada.

“Iniciamos estudos de clima sazonal para antecipar fenômenos típicos de cada estação. Complementando essas ações, nossos profissionais criaram um checklist específico para resposta a furacões, com orientações claras para comunicação e tomada de decisão desde os primeiros sinais de alerta,” detalhou Penelas.

Fonte: Aeroin