Veja qual é o voo comercial mais curto do Brasil: apenas 24 minutos

Os voos comerciais entre Salvador, capital baiana, e Morro de São Paulo, situado na Ilha de Tinharé no município de Cairu, revelam uma peculiaridade interessante dentro da aviação brasileira. Essa rota destaca-se não só pela curta distância, aproximadamente 83 quilômetros, mas também pela brevidade do tempo de voo. Nos céus do Brasil, trata-se do trecho mais rápido na aviação comercial brasileira, realizando o percurso em cerca de 24 minutos e conectando regiões turísticas de grande apelo.

Operado atualmente pela empresa Abaeté, esse trajeto tem sido amplamente procurado por turistas e viajantes que desejam economizar tempo e evitar trajetos rodoviários e marítimos extensos. O serviço responde à crescente demanda por deslocamentos mais ágeis entre Salvador e as paradisíacas praias do arquipélago de Tinharé, principalmente durante feriados e alta temporada.
O que torna esse voo comercial Salvador – Morro de São Paulo tão especial?
A rota entre Salvador e Morro de São Paulo é considerada um dos principais exemplos de voos regionais curtos no Brasil. Muitos passageiros se surpreendem com a rapidez da viagem, já que rotas comerciais geralmente apresentam percursos mais longos. Esse voo surgiu como alternativa aos tradicionais transportes terrestres e marítimos, que podem levar horas para chegar ao destino final.

Além da praticidade, esse voo proporciona uma vista panorâmica do litoral baiano e das águas cristalinas ao redor das ilhas do arquipélago de Tinharé. O serviço beneficia especialmente visitantes com itinerários apertados, permitindo aproveitar ao máximo as belezas naturais da região sem perder tempo em deslocamentos demorados.


Como funciona o trajeto e quem realiza a operação?

A operação do voo Salvador – Morro de São Paulo ocorre por meio de aeronaves de pequeno porte, frequentemente adequadas para pistas curtas e pousos em ambientes restritos. A Abaeté, companhia aérea responsável, realiza esses voos regulares e está habilitada para operar em aeródromos com infraestrutura mais enxuta.

  • Partida: O embarque se dá no Aeroporto Internacional de Salvador.
  • Chegada: O pouso ocorre no aeródromo da Terceira Praia, próximo ao centro de Morro de São Paulo.
  • Duração média: Cerca de 24 minutos de voo.
  • Distância aérea: Aproximadamente 83 km cruzando parte do litoral da Bahia.

Os horários são ajustados conforme a demanda, contribuindo para facilitar o acesso tanto para turistas quanto para moradores da região. Em períodos de maior movimento, a frequência de voos pode aumentar para atender ao fluxo elevado de passageiros.

Quais vantagens tem o voo mais curto do Brasil para passageiros?

Ao optar pelo transporte aéreo, o viajante evita transbordos entre ônibus, lanchas e balsas – comuns em outros roteiros rumo a Morro de São Paulo. O tempo de viagem é poderoso aliado para quem chega à cidade de Salvador em conexões ou precisa retornar rapidamente ao continente.

  1. Rapidez: Elimina horas de percurso em transporte rodoviário e aquaviário.
  2. Conforto: Reduz o cansaço causado por viagens longas e embarques múltiplos.
  3. Acessibilidade: Facilita o acesso ao arquipélago, principalmente para idosos, famílias com crianças ou pessoas com mobilidade reduzida.
  4. Praticidade: Ideal para quem busca otimizar o tempo de estadia em locais turísticos.

Morro de São Paulo é reconhecido internacionalmente como destino de lazer, e o voo tornou-se parte fundamental da infraestrutura turística local. A chegada rápida permite que turistas explorem as praias, trilhas e bares em menos tempo, estimulando a economia local e fortalecendo a cadeia do turismo na região.


Quais desafios e curiosidades envolvem esse trecho aéreo?

Esse tipo de operação aérea regional enfrenta desafios técnicos e logísticos. Aeronaves precisam ser preparadas para pousos em pistas curtas, às vezes de terra batida. Além disso, condições climáticas adversas podem interferir na regularidade dos voos.

Entre as curiosidades, destaca-se o fato de que, apesar da curta distância, o voo transporta passageiros interessados tanto pela experiência quanto pela praticidade. O trecho já foi eleito diversas vezes como um exemplo da agilidade do transporte aéreo local. O serviço é também uma alternativa para moradores das duas regiões, criando uma conexão rápida e eficiente entre Salvador e as ilhas turísticas do município de Cairu.

No contexto da aviação brasileira, o trecho Salvador – Morro de São Paulo operado pela Abaeté se consolidou como símbolo de eficiência em distâncias curtas, otimizando o tempo do passageiro e garantindo acesso facilitado a um dos destinos mais procurados do Nordeste. A demanda pelo serviço mostra a importância de rotas regionais para o turismo e para a integração entre diferentes áreas do estado da Bahia.

Fonte: Terra Turismo

Programa detalha recorde na aviação, novas concessões e entregas para a COP 30

O ministro Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) será o convidado do programa Bom dia, Ministro desta terça-feira (4/11). A entrevista com rádios e portais de notícias de várias regiões do país começa às 8h. Costa Filho destacará as principais ações da pasta, como as concessões portuárias, o recorde da movimentação de passageiros na aviação e as entregas para a COP 30.

RECORDE DE PASSAGEIROS — Durante o programa, o ministro vai comentar o desempenho histórico da aviação civil brasileira, que alcançou mais um recorde de movimentação no terceiro trimestre de 2025. Entre julho e setembro, 33,6 milhões de passageiros viajaram em voos domésticos e internacionais, 2,6 milhões a mais que no mesmo período do ano passado, o que representa uma alta de 8,5%. O desempenho confirma a trajetória de expansão do setor, que já acumula 54 meses consecutivos de crescimento e mantém o ritmo acima dos níveis pré-pandemia (30,3 milhões em 2019).

INFRAESTRUTURA — Outro assunto em destaque do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) é a infraestrutura portuária brasileira, que receberá mais de R$ 1,3 bilhão em investimentos privados para modernização e ampliação da capacidade em terminais estratégicos. Em leilões recentes, a pasta concluiu concessões que vão impulsionar o escoamento da safra em Paranaguá (PR), o setor de óleo e gás no Rio de Janeiro (RJ) e o turismo de cruzeiros em Maceió (AL).

O maior aporte será destinado ao Porto de Paranaguá, o segundo maior do país. O Consórcio Canal Galheta Dragagem (CCGD) investirá R$ 1,22 bilhão para aprofundar o canal de acesso (dragagem), aumentando de 13,5 para 15,5 metros. A obra é fundamental para permitir o acesso de navios de grande porte e ampliar a capacidade operacional e a eficiência no escoamento da produção agrícola de outros estados, além de impulsionar o comércio internacional.

No Rio de Janeiro, a Petrobras arrematou o Terminal RDJ07 e investirá R$ 99,4 milhões para fortalecer o apoio logístico às atividades de exploração e produção offshore. Já em Maceió (AL), o Consórcio Britto-Macelog II venceu o leilão do Terminal de Passageiros (TMP) e aplicará R$ 3,75 milhões para consolidar o local como um polo de cruzeiros marítimos no Nordeste, melhorando a experiência dos visitantes e aquecendo a economia local.

COP 30 — Na última sexta-feira, 31 de outubro, ao lado do presidente Lula, o ministro participou da entrega das obras de requalificação do Terminal Portuário de Outeiro e do Aeroporto Internacional de Belém, no Pará, ambas prontas para receber os participantes da COP 30.

O Porto de Outeiro recebeu R$ 260 milhões, gerou 450 empregos locais e está pronto para receber dois navios-hotéis flutuantes, que adicionarão 6 mil leitos à rede hoteleira da cidade durante a conferência. Já o Aeroporto de Belém quase dobrou sua capacidade, ampliado de 7,7 milhões para 13 milhões de passageiros anuais. A obra recebeu R$ 450 milhões em investimentos da concessionária Norte da Amazônia Airports (NOA).

LIDERANÇA NA DESCARBONIZAÇÃO — Outro tema a ser abordado pelo ministro Silvio Costa Filho é o compromisso do setor aeroportuário brasileiro com a sustentabilidade, que investiu um total de R$ 350,5 milhões em iniciativas ambientais, sociais e de governança (ESG) nos anos de 2023 e 2024. O investimento foi detalhado no “Diagnóstico de Sustentabilidade”, uma pesquisa inédita realizada pelo MPor em parceria com a Associação de Terminais Portuários Privados (ATP).

Fonte: Agência GOV