Jato civil de passageiros mais rápido desde o Concorde inicia as operações após primeira entrega

A Bombardier celebrou a entrada em serviço do Global 8000, apresentado como o jato executivo mais rápido do mundo, durante um evento especial realizado em seu centro de montagem de aeronaves em Mississauga, no Canadá.

A cerimônia reuniu funcionários, autoridades governamentais, fornecedores, imprensa e convidados. Patrick Dovigi, empresário e ex-jogador de hóquei é o comprador da primeira unidade, e recebeu as chaves de seu novo jato privado. O evento contou ainda com uma apresentação do músico canadense Tom Cochrane.

Segundo Éric Martel, presidente e CEO da Bombardier, o marco representa anos de trabalho da equipe de 18 mil colaboradores da fabricante. Ele destacou que o Global 8000 redefine o segmento de aviação executiva ao reunir desempenho superior, design inovador e tecnologias voltadas ao conforto dos passageiros.

O jato completou em 2025 uma série de etapas importantes para sua certificação e entrada em operação. Entre os destaques estão a conclusão da campanha de testes em voo, o alcance da velocidade máxima de Mach 0.95, tornando-se a aeronave civil certificada mais rápida desde o Concorde, e a certificação de tipo emitida pela autoridade de aviação do Canadá em novembro. As certificações da FAA, nos Estados Unidos, e da EASA, na Europa, ainda estão pendentes.

Com alcance de 8.000 milhas náuticas, o Global 8000 é o único jato executivo de quatro zonas capaz de operar trajetos ultralongos sem escalas entre pares de cidades antes impossíveis. Apesar das dimensões e da autonomia, o modelo se destaca pela agilidade, com desempenho de decolagem e pouso comparável ao de aeronaves leves. Seu projeto de asa avançada, com slats de bordo de ataque, permite operar em até 30% mais aeroportos que seu concorrente mais próximo.

No interior, o novo jato oferece quatro ambientes distintos, além de área exclusiva para descanso de tripulantes. A cabine reúne tecnologias como o sistema de ar Pũr Air, iluminação circadiana Soleil e a menor altitude de cabine da categoria, recursos projetados para maximizar o conforto dos passageiros e reduzir os efeitos do jet lag.

Fonte: Aeroin

Pela primeira vez, uma mulher assume direção do Instituto de Cartografia Aeronáutica

O Instituto de Cartografia Aeronáutica (ICA) promoveu, nesta quarta-feira (3), a cerimônia de passagem de direção do órgão. A Tenente-Coronel Engenheira Cristiane de Barros Pereira assumiu o comando, tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo na história da organização. Realizada no hangar sul do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), no Rio de Janeiro, a solenidade foi presidida pelo vice-diretor do DECEA, Major-Brigadeiro Engenheiro Alexandre Arthur Massena Javoski.

O oficial destacou o marco institucional: “É uma satisfação vê-la assumir esta nova etapa de liderança. Sua trajetória na engenharia e sua experiência operacional a qualificam plenamente para conduzir um Instituto tão relevante para o Sistema de Controle do Espaço Aéreo (SISCEAB) e para o país”. O Major-Brigadeiro reforçou a confiança na nova dirigente: “Tenho convicção de que, sob seu comando, o ICA continuará evoluindo e contribuindo para os avanços da cartografia e do gerenciamento da informação aeronáutica no Brasil”.

O Coronel Aviador Devilan Dutra Paulon Júnior fez seu discurso de despedida após dois anos de gestão. O oficial agradeceu ao efetivo do ICA, às equipes técnicas e ao DECEA. “Os senhores e senhoras são os verdadeiros protagonistas no cumprimento da nossa missão e sou muito grato pelo tempo que passamos juntos. Nossos oficiais, graduados e praças, verdadeiras forças motrizes que atuaram nas funções administrativas e técnicas, produziram cartas e mapas e atuaram na evolução do espaço aéreo brasileiro”, afirmou. Dirigindo-se à sucessora, completou: “Tive a sorte de contar com sua dedicação e profissionalismo. Desejo sucesso na direção do Instituto de Cartografia Aeronáutica. Essa conquista é apenas o início”.

Nascida no Rio de Janeiro, a Tenente-Coronel Cristiane iniciou a vida profissional como servidora civil. Ingressou na Marinha do Brasil em 1998 e, formada em Engenharia Cartográfica, realizou o Estágio de Adaptação de Oficiais Engenheiros da Aeronáutica, retornando ao ICA como oficial engenheira. Construiu uma carreira técnica no Instituto, onde chefiou divisões como Cartas Visuais, Qualidade, Zona de Proteção de Aeródromos, Projetos e Operações. Possui MBA em Gestão Pública, Gerenciamento de Projetos, Planejamento e Gestão Estratégica, além de formação executiva em Inteligência Artificial. Sua posse inicia um ciclo que reforça a presença feminina em posições de comando no SISCEAB e consolida um avanço na história do ICA.

Fonte: Fab

Avião da LATAM é evacuado em Guarulhos após fogo em veículo de esteira de bagagens

Um Airbus A320 da LATAM Brasil precisou ser evacuado na noite desta quinta-feira (04) no Aeroporto Internacional de Guarulhos após um incêndio se iniciar em um veículo de esteira de bagagem que atendia à aeronave.

O caso aconteceu no Terminal 2 do maior aeroporto do país. O incêndio ocorreu durante o processo de dembarque de passageiros e bagagens num voo que seguiria para Porto Alegre.

Um dos passageiros gravou o momento da evacuação da aeronave, afirmando que era algo grave, mas ressaltando que todos os ocupantes conseguiram sair em segurança e que ninguém se feriu.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o fogo e grande quantidade de fumaça próximo à parte inferior da aeronave no lado direito, com alguns funcionários tentando apagar o incêndio com um extintor. Em outra filmagem, é possível ver os passageiros desembarcando pelas escorregadeiras infláveis e saindo pelo pátio. Numa terceira imagem, é possível ver os bombeiros afastando o veículo esteira de bagagem, já queimada, e algumas marcas de fuligem na fuselagem do A320.

A LATAM reportou o seguinte sobre a ocorrência:

“A LATAM Airlines Brasil informa que, durante o embarque dos passageiros do voo LA3418 (São Paulo/Guarulhos–Porto Alegre), houve um princípio de incêndio em um equipamento de solo de uma empresa terceirizada, responsável pelo carregamento de cargas do voo.

A fumaça gerada pelo equipamento acionou os protocolos de segurança. Os passageiros foram retirados da aeronave pela ponte de embarque (finger) e pela escorregadeira (escape slide), todos com auxílio dos funcionários treinados para esse tipo de situação.

Não houve feridos e a situação foi rapidamente controlada.

A LATAM está oferecendo toda a assistência necessária aos clientes impactados, que serão reacomodados em outros voos.

A companhia reforça, ainda, que a segurança está no centro de todas as suas decisões e operações.”

Athalização: “A LATAM Airlines Brasil informa que já desembarcou, às 2h54 desta sexta-feira (05/12), no aeroporto de Porto Alegre, 159 passageiros do voo LA3418 (São Paulo/Guarulhos–Porto Alegre), originalmente programado para ontem (04/12). Os 10 clientes restantes viajarão em outros voos da LATAM ou por via terrestre.

Fonte: Aeroin

Da pipa chinesa à exploração espacial; Engenheiro do ITA lança obra sobre a história da aviação

A história da aviação ganha novos contornos com o lançamento de uma obra escrita por Paulo Martins Ferreira Diniz, engenheiro formado no ITA. Dividido em três volumes, o material reúne mais de mil páginas e narra, de forma acessível e detalhada, a evolução das máquinas voadoras e os avanços que moldaram o setor.

Uma jornada de 40 anos transformada em três volumes

O autor, que dedicou 37 anos de carreira à Embraer trabalhando com aerodinâmica e desempenho de aeronaves, iniciou o projeto quando sua turma do ITA comemorava 40 anos de formatura. O que seria um simples artigo para um álbum comemorativo tornou-se um livro abrangente, resultado de uma vida imersa na engenharia aeronáutica.

Dos primeiros voos à era do jato

A coleção percorre desde as pipas chinesas, balões e dirigíveis até os primeiros planadores que abriram caminho para o voo motorizado no início do século XX. O leitor acompanha como guerras impulsionaram avanços tecnológicos e como a chegada dos jatos revolucionou a aviação militar e comercial, substituindo a era das hélices por aeronaves de fuselagem larga capazes de conectar continentes.

Aviação executiva, supersônica e novas tecnologias

Os volumes tratam ainda da aviação executiva, regional e do impacto causado pelo voo supersônico. Conceitos complexos como propulsão a jato, voo hipersônico e aerodinâmica avançada são explicados de maneira clara. Paulo Martins detalha a evolução das aeronaves de decolagem vertical — de helicópteros a tiltrotors — e o surgimento dos veículos aéreos não tripulados.

O futuro sustentável do voo

Com a ampliação das pesquisas em propulsão elétrica, combustíveis alternativos e redução de emissões, a história da aviação também projeta o que podemos esperar para as próximas décadas. A obra destaca a importância da certificação aeronáutica para garantir segurança e confiabilidade em todos os avanços.

A contribuição brasileira para o mundo

A aviação brasileira ocupa espaço central, trazendo a trajetória de Bartolomeu de Gusmão, Santos Dumont, a criação do ITA, CTA e Embraer — pilares que colocaram o país no cenário internacional. Essa perspectiva reforça a relevância nacional no desenvolvimento tecnológico global.

Da aviação à exploração espacial

A narrativa se estende à Astronáutica, explicando como a humanidade saiu do ar para alcançar o espaço. Dos primeiros experimentos com pólvora aos foguetes reutilizáveis, os volumes mostram como a busca por voar mais alto impulsionou uma nova era de descobertas.

Fonte: Life Informa

Deputados criticam preço das passagens aéreas no Brasil; empresas alegam alto custo

Segundo parlamentares, três principais empresas de aviação do País operam com preços quase iguais


Deputados da Comissão de Turismo criticaram o preço das passagens aéreas praticado no Brasil. Segundo eles, além de cobrar por trechos nacionais valores próximos dos internacionais, as três principais empresas de aviação do País operam com preços “quase iguais”.

O deputado Robinson Faria (PP-RN), que propôs o debate, apresentou exemplos dos preços e disse que os valores comprometem o potencial turístico do país. “Um voo Brasília-Manaus (2h55min) está custando mais caro do que um voo internacional direto Brasília-Lisboa (9h05min)”, disse.

Ele citou estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC) que mostra que as passagens aéreas no Brasil subiram em média 118% desde o início da pandemia, podendo chegar a 328% na região Norte.

Faria também considerou “coincidência bem estranha” o fato de as tarifas das três principais aéreas serem praticamente as mesmas. “A diferença é de centavos.” Por fim, manifestou indignação com o fato de as principais companhias – Gol, Latam e Azul – não terem enviado representantes ao debate. “O representante da Abear terá a missão quase impossível de defender três companhias aéreas”, disse.

Renato Rabelo, da Abear, atribuiu o valor das tarifas a custos elevados de operação relacionados ao combustível (querosene de aviação – QAV), processos judiciais, mudanças tributárias e regulatórias.

Ele explicou que cerca de 60% dos custos do setor aéreo dependem do dólar, especialmente o querosene, que representa mais de 30% do custo total. Segundo ele, apesar de o Brasil ser autossuficiente em QAV, as empresas pagam o preço internacional pelo produto. “A gente paga como se estivesse importando o produto. E, é claro, isso acaba gerando uma distorção no preço das passagens”, observou.

Rabelo citou ainda como justificativas para os preços o grande volume de processos judiciais movidos contra as empresas no Brasil, que podem aumentar os custos em mais de R$ 1 bilhão por ano. Por fim, destacou ainda o aumento de impostos (leasing de aeronaves e IOF), além do possível aumento da carga com a entrada em vigor da reforma tributária.

Sobre a similaridade de preços entre Gol, Azul e Latam, Rabelo explicou que as companhias possuem custos fixos muito semelhantes, como “o custo do QAV, da tripulação e com manutenção de aeronaves”.

O deputado Keniston Braga (MDB-PA), que mora na região Norte, disse que o alto custo das passagens aéreas na região é um problema “quase sem fim”. Braga lembrou que a promessa de redução de custos com a cobrança pelo despacho de bagagens de 23 kg não aconteceu. “Ninguém no Brasil sentiu a redução do custo.”

Gerente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marco Antônio Porto disse que o estudo da CNC que mostra um aumento no preço das tarifas pode ter relação com o método de pesquisa utilizado. Ele informou que a tarifa média nacional nos últimos 12 meses foi de R$ 665 por trecho. “De 2002 para 2024, no final das contas, a gente teve uma diminuição de 36%”, disse, alertando que o valor não inclui taxas de embarque e bagagem.

Ele reconheceu, no entanto, que “a tarifa média não diz tudo” e que muitos passageiros pagam, de fato, preços mais altos. Marco Antônio também comentou a esperada redução das tarifas por conta da cobrança das bagagens: “A receita é pequena, apenas 1,8%”.

DA AGÊNCIA CÂMARA.

Petrobras reajusta preço do querosene de aviação em 3,8% a partir de dezembro

A Petrobras anunciou um aumento de 3,8% no preço médio do querosene de aviação (QAV) comercializado para as distribuidoras a partir desta segunda-feira (1). O reajuste representa um acréscimo de R$ 0,13 por litro em comparação com o valor praticado em novembro.

Segundo a companhia, o acumulado do ano também registra alta. Entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, o preço do QAV subiu 1,3%, o equivalente a R$ 0,05 por litro nesse intervalo.

A empresa destacou que os ajustes mensais seguem o previsto em contrato, com atualizações realizadas sempre no início de cada mês. Os preços do QAV impactam diretamente os custos operacionais das companhias aéreas, influenciando despesas de manutenção de malha e estratégias tarifárias em um setor altamente sensível às variações do combustível.

Com informações de CNN

Míssil lançado pelo caça F-39E Gripen é um dos mais letais da atualidade

Primeiro lançamento ocorreu na Base Aérea de Natal na quinta passada (27). Míssil vai além do alcance visual, pode mudar rotas e se aproxima de alvo sem emitir sinais.


O míssil Meteor, lançado pela Força Aérea Brasileira (FAB) a partir de um caça F-39E Gripen na semana passada na Base Aérea de Natal (Bant), é um dos mais letais da atualidade e o mais avançado da América do Sul, segundo a própria instituição.

Outros países que já operam com o míssil são a França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Espanha, Suécia e Índia.

https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/video/fab-divulga-novas-imagens-do-primeiro-lancamento-do-missil-meteor-pelo-caca-f-39-gripen-14139039.ghtml

O primeiro lançamento do míssil foi realizado na Bant na quinta-feira passada (27), sendo considerado um “sucesso absoluto”. (Veja mais detalhes do lançamento mais abaixo).

A fabricante do míssil participou do exercício junto com o Instituto de Aplicações Operacionais (IAOp), organização da Força Aérea Brasileira.

Segundo a FAB, o Meteor é um míssil BVR, o que significa que ele vai além do alcance visual e oferece capacidade contra alvos a longa distância, como caças, Veículos Aéreos Remotamente Pilotados (drones) e mísseis de cruzeiro, em um ambiente com maciça interferência de contramedidas eletrônicas.

Diferentemente dos mísseis convencionais, o Meteor conta com um motor “ramjet”, capaz de modular a velocidade e consumo de combustível durante o voo, acelerando na parte final, quando o alvo se encontra sem a possibilidade de escapar.

A Força Aérea Brasileira informou ainda que o míssil também conta com um link de dados bidirecional, o que permite que a aeronave de caça forneça atualizações de destino do míssil no meio do curso ou um redirecionamento, se necessário, incluindo dados de outras aeronaves.

O míssil pode, inclusive, ser lançado sem emitir sinais de seu radar até chegar mais próximo do alvo, dificultando a detecção por aeronaves adversárias, segundo a FAB.

“O míssil Meteor é o resultado de um dos mais exitosos programas de cooperação industrial da Europa em termos de defesa e, o que o torna um dos mais avançados do mundo é graças à propulsão, porque ele tem um motor Ramjet de empuxo variável, ou seja, significa que ao ser lançado, ele acelera e, ao contrário dos mísseis convencionais, pode continuar acelerando ou manter a velocidade durante toda a trajetória até o impacto com o alvo”, explicou o Executivo Regional de Vendas da MBDA para o Brasil, Ricardo Mantovani.

“Essa característica do motor do Meteor faz com que seja muito difícil o alvo escapar do míssil, então, aumenta muito a sua efetividade contra os alvos”, completou.

Segund Mantovani, o míssil tem um sistema de enlace de dados bidirecional, que permite em tempo real “que o avião pode se comunicar com o míssil, corrigir a sua trajetória e, inclusive, redirecioná-lo para outro alvo”.

Primeiro lançamento

O primeiro lançamento do míssil foi realizado na Base Aérea de Natal na quinta-feira passada (27), a partir de um caça F-39E Gripen.

Os caças Gripen F-39 estão entre os mais tecnológicos do mundo, segundo a FAB, que encomendou 36 aviões desse modelo. Os primeiros chegaram em 2020 ao país. As aeronaves podem alcançar velocidade de 2,4 mil km/h.

O disparo foi realizado contra o alvo aéreo Mirach 100/5, que simulou perfis de voo de caças, manobrando em alta velocidade e altitude, permitindo mensurar o nível de precisão alcançado pelo míssil.

Segundo a FAB, a operação ocorreu em cenário bastante desafiador, tanto para o míssil quanto para a aeronave.

“Os perfis adotados para o emprego do armamento Meteor foram selecionados por uma equipe de pilotos e técnicos extremamente treinados e especializados, para que fosse extraído o máximo desse Exercício Técnico, além de permitir uma consolidação da doutrina desenvolvida para o emprego de armamento de longo alcance pela FAB e, principalmente, pelo F-39E Gripen”, afirmou o Major Aviador Gregor Gaspar, do Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) – Jaguar.

Segundo a FAB, a integração de armamentos de última geração no F-39E Gripen fortalece a capacidade de defesa aérea e de manter a soberania do espaço aéreo brasileiro em padrões mundiais.

“O lançamento foi o cenário perfeito para realizar essa transferência de tecnologia, de nós, como Força Aérea, aprender, verificar e testar como o binômio F-39 Gripen e Meteor são eficientes na guerra aérea moderna e contra qualquer tipo de vetor”, pontuou o Comandante da Bant, Brigadeiro do Ar Breno Diogenes Gonçalves.

Fonte: G1/ Fab