Paraíba sediará a Copa do Mundo de Paraquedismo em 2027 após a candidatura do Brasil superar potências como França e República Tcheca

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A Paraíba se consolida como o novo polo do turismo esportivo internacional ao sediar o FAI Skydiving World Cup MONDIAL 2027, a Copa do Mundo de Paraquedismo.

Agendado para ocorrer entre 9 e 19 de agosto de 2027, o evento trará ao Nordeste brasileiro mais de 500 competidores de aproximadamente 40 países. Somando técnicos, dirigentes, equipes de apoio e acompanhantes, o megaevento promete um impacto direto na taxa de ocupação hoteleira, no setor de transportes e na cadeia gastronômica da região.

As provas aéreas acontecerão no Aeródromo José Maranhão, em São Miguel de Taipu (a cerca de 55 km da capital), mas será João Pessoa a principal base de acolhimento e hospitalidade para as delegações estrangeiras, funcionando como o hub logístico e turístico do evento.

O Brasil garantiu o direito de sediar o torneio após superar as candidaturas de potências europeias como França e República Tcheca, em uma decisão do Comitê Internacional de Paraquedismo (ISC).

A escolha de São Miguel de Taipu para as provas operacionais joga luz sobre o turismo no interior paraibano. O projeto da organização prevê a montagem de uma Vila de Convivência no aeródromo, um espaço aberto ao público que funcionará como vitrine da cultura local. O local reunirá culinária regional, artesanato, espaços para patrocinadores e entretenimento, criando um novo produto turístico durante o período das provas.

A preparação para o MONDIAL 2027 já movimenta os setores público e privado. A realização é chancelada pela Federação Aeronáutica Internacional (FAI) e organizada pela Confederação Brasileira de Paraquedismo (CBPq) e pelo Comitê Aerodesportivo Brasileiro (CAB), com apoio do Governo da Paraíba, prefeituras locais, Aeroclube da Paraiba e Federação Paraibana de Paraquedismo.

“Megacompetições como o MONDIAL 2027 são motores poderosos para a economia local. Não estamos falando apenas dos dias oficiais de prova, mas de atletas e equipes de 40 países que chegam com antecedência para treinar, ocupam a rede hoteleira, movimentam o setor de transportes e consomem nossa gastronomia. É um impacto direto e imediato em toda a cadeia de serviços da Paraíba”, declara Nelson Jorge da Silva Júnior, presidente da CBPq e diretor-geral da Comissão Organizadora do evento.

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Para viabilizar a estrutura de padrão internacional, a CBPq conta com autorização do Ministério do Esporte para captar até R$ 4,98 milhões via Lei de Incentivo ao Esporte, abrindo espaço para marcas e empresas do próprio trade turístico que desejem associar sua imagem ao evento.

Fonte: Aeroin