Força Aérea Brasileira se destaca em evento internacional em Brasília sobre prevenção de colisões com fauna

A Força Aérea Brasileira (FAB) teve destaque no 23º Comité CAR/SAM para la Prevención de Peligros Aviarios y de Fauna (CARSAMPAF) e no 5º AEROFAUNA, os maiores eventos da América Latina voltados à prevenção de colisões entre aeronaves e animais. Os encontros reuniram representantes de 21 países e foram realizados entre os dias 7 e 10 de outubro, em Brasília.

Durante os eventos, dois oficiais da FAB apresentaram estudos de caso que evidenciam o avanço da instituição na gestão do risco de fauna e na promoção da segurança operacional.

O Chefe da Assessoria de Segurança de Voo da Diretoria de Ensino (DIRENS), Major Aviador Fernando Lopes da Silva, apresentou o trabalho intitulado “Reporte na aviação militar: evidências para o fortalecimento da cultura de segurança”, desenvolvido em parceria com a Academia da Força Aérea (AFA). O estudo destacou a importância do reporte de fauna como ferramenta essencial para o aprimoramento das práticas de prevenção e para o fortalecimento da cultura de segurança de voo.

Já o Chefe da Seção de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Base Aérea de Porto Velho, Capitão Aviador Daniel Bunchaft, apresentou o estudo de caso “O uso do georreferenciamento no gerenciamento do risco de fauna”, demonstrando como o emprego de tecnologias de mapeamento tem contribuído para identificar áreas críticas e otimizar medidas mitigadoras.

Segundo o Major Aviador Silva, o tema tem ganhado relevância no Brasil e no mundo. “É muito importante perceber que a Força Aérea Brasileira está caminhando junto com a evolução do setor. A nossa participação reforça o compromisso da FAB com a inovação, a pesquisa aplicada e a segurança das operações aéreas, em consonância com as melhores práticas internacionais”, finalizou.

Fonte: AEROIN

Black November da SAFE Escola de Aviação Impulsiona o sonho de se tornar piloto

Em um cenário de franca expansão e otimismo para a aviação civil brasileira, a SAFE Escola de Aviação anuncia sua imperdível campanha de Black November, oferecendo condições excepcionais para quem deseja alçar voo em uma das carreiras mais promissoras da atualidade. Com descontos significativos nas horas de voo e no cobiçado Tecnam P-Mentor, a iniciativa surge como um convite irrecusável para investir no futuro.

SAFE Escola de Aviação curso de piloto
Frota dos aviões de treinamento da SAFE. Foto: SAFE

A aviação brasileira vive um de seus melhores momentos. Dados recentes apontam para um crescimento constante no fluxo de passageiros e cargas, com companhias aéreas expandindo suas frotas e rotas. Este aquecimento do mercado gera uma demanda crescente por profissionais qualificados em todas as frentes, desde pilotos e copilotos a mecânicos e controladores de tráfego aéreo. É um horizonte promissor, onde a formação de excelência é a chave para o sucesso.

“Estamos testemunhando um período de renascimento e consolidação para a aviação em nosso país”, afirma um porta-voz da SAFE Escola de Aviação. “A necessidade de novos talentos é palpável, e nunca houve um momento tão propício para iniciar ou aprimorar uma carreira nesta área. Nossa Black November foi pensada exatamente para democratizar o acesso a uma formação de alto nível, preparando a próxima geração de aviadores para um futuro brilhante.”

Oportunidades que Deixam os Preços nas Nuvens, mas os Custos no Chão

A SAFE Escola de Aviação, reconhecida pela sua infraestrutura moderna e corpo docente experiente, preparou ofertas que certamente farão os olhos dos futuros pilotos brilharem:

Horas de Voo com Desconto Exclusivo: As horas de voo, essenciais para a formação prática de qualquer aviador, que antes custavam R$ 859, agora podem ser adquiridas por apenas R$ 730 no pagamento à vista. Uma economia substancial para quem busca acumular experiência e proficiência.

SAFE Escola de Aviação curso de piloto
Tecnam P-Mentor

Tecnam P-Mentor ao Alcance: Para os aspirantes a pilotos que sonham em voar em equipamentos de ponta, o treinamento no moderno Tecnam P-Mentor, aeronave que une tecnologia e segurança, teve seu valor reduzido de R$ 1.180 para incríveis R$ 999 no pagamento à vista.

Com a economia gerada, os alunos podem investir em outras etapas de sua formação, em materiais de estudo ou mesmo em horas adicionais para refinar suas habilidades.

Flexibilidade para Realizar o Sonho

Compreendendo que nem todos podem realizar o pagamento integral à vista, a SAFE Escola de Aviação oferece uma condição especial de parcelamento. Para aqueles que optarem por esta modalidade, será possível parcelar o valor total em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito. Importante ressaltar que, nesta opção, os valores correspondem aos preços normais dos cursos e horas de voo, sem os descontos da Black November, mas a facilidade do parcelamento sem juros mantém o sonho acessível.

“Queremos garantir que o sonho de voar seja uma realidade para o maior número de pessoas possível”, complementa o porta-voz. “Acreditamos que a flexibilidade de pagamento é tão importante quanto a qualidade do ensino, especialmente em um investimento tão significativo quanto a formação aeronáutica.”

Prepare-se para Decolar em 2026

A Black November da SAFE Escola de Aviação representa mais do que uma série de descontos; é uma porta de entrada estratégica para um setor em plena ascensão. Com o Brasil se firmando como um polo de crescimento na aviação global, profissionais bem preparados terão vastas oportunidades de carreira, seja em linhas aéreas comerciais, aviação executiva, transporte de cargas ou outras áreas especializadas.

Autor: Aeroflap

Nova era na aviação: Primeiro voo do avião supersônico “silencioso” X-59 (vídeo)

O que faz o X-59 ser tão especial? Um detalhe no design pode mudar o som que ouvimos ao quebrar a barreira do som


O avanço tecnológico na aviação tem impulsionado novas possibilidades, destacando-se o X-59 como um projeto inovador resultado da colaboração entre a Lockheed Martin e a NASA. Este avião experimental deverá revolucionar o transporte aéreo ao combinar velocidade supersônica e um design que reduz significativamente o ruído da quebra da barreira do som, conhecido como “bang supersônico”.

O que o X-59 pretende alcançar na aviação supersônica?

O X-59 foi projetado para explorar a viabilidade de viagens supersônicas seguras e silenciosas. Um dos principais objetivos é demonstrar que é possível voar acima da velocidade do som sobre áreas habitadas sem causar o incômodo ruído tradicional.

Atualmente, os voos comerciais supersônicos enfrentam restrições rigorosas em diversos países devido ao impacto sonoro. O X-59 quer redefinir essas normas e abrir caminho para ampliação desses voos.

Nova era na aviação: Primeiro voo do avião supersônico "silencioso" X-59 (vídeo)
O X-59 foi projetado para explorar a viabilidade de viagens supersônicas seguras e silenciosas – Créditos: (depositphotos.com / aapsky)

Como funciona o sistema de redução de ruído do X-59?

O design do X-59 emprega formas aerodinâmicas específicas para distribuir as ondas de choque, suavizando o som da passagem pelo muro do som. Esse sistema transforma o estrondo em um ruído bem mais brando, semelhante ao som de uma porta de carro fechando à distância.

Para evidenciar as características técnicas dessa tecnologia de redução de ruído, destacam-se os pontos a seguir:

  • Estrutura da fuselagem alongada e afilada para dispersar ondas de choque.
  • Posicionamento estratégico do cockpit para ajudar no perfil acústico.
  • Materiais especiais que absorvem parte da energia sonora.

Quais são as características técnicas do X-59?

O X-59 mede 30 metros de comprimento e, em seu voo inaugural em 2025, atingiu velocidade sub-sônica de 370 km/h e altitude de 3.660 metros. O objetivo futuro é alcançar Mach 1,4, equivalente a 1.490 km/h.

Esses avanços permitirão que a aeronave voe consideravelmente mais alto e muito mais rápido em relação aos aviões comerciais atuais.

  • Comprimento: 30 metros
  • Velocidade de cruzeiro: 1.490 km/h
  • Altitude operacional: bem acima dos aviões convencionais

O X-59 pode mudar o futuro da aviação comercial?

Uma aeronave capaz de reduzir drasticamente o ruído do voo supersônico pode retomar as discussões sobre operações comerciais nessas velocidades, suspensas desde o fim do Concorde em 2003. O Concorde, embora inovador, enfrentou limitações devido ao alto custo e impacto sonoro.

A iniciativa da NASA e Lockheed Martin com o X-59 busca superar esses entraves por avanços em aerodinâmica e acústica, favorecendo a aceitação pública e a viabilidade econômica dos voos supersônicos.

O sucesso do X-59 pode posicionar os Estados Unidos como líderes na aviação supersônica silenciosa e transformar a experiência de viagens aéreas, tornando os voos intercontinentais mais rápidos, eficientes e silenciosos. O avanço dessa tecnologia pode em breve tornar um sonho antigo não só viável, mas acessível a passageiros ao redor do mundo.

Fonte: O Antagonista

SMS Brasil: há 10 anos contribuindo com a segurança operacional da aviação civil

Nos dias 21 e 22 de outubro, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) realizou, em São Paulo (SP), a 10ª edição do Safety Management Summit Brazil (SMS Brasil) – evento que se consolidou como o principal fórum nacional dedicado à segurança operacional da aviação civil. A edição comemorativa reuniu especialistas, representantes de empresas aéreas, autoridades, pesquisadores e profissionais do setor para debater os avanços e desafios da área, reafirmando o compromisso do Brasil com uma cultura de segurança sólida e alinhada aos padrões internacionais. 

O SMS Brasil integra Programa de Segurança Operacional Específico para a Anac (PSOE) com o objetivo de disseminar conhecimento sobre o transporte aéreo e aproximar a Agência de seus diversos públicos — entre eles, profissionais, empresários, estudantes e entusiastas da aviação. A iniciativa também busca otimizar recursos e fortalecer a promoção da segurança operacional por meio de ações educativas e eventos técnicos. 

Na cerimônia de abertura, foi exibido um vídeo que resgatou a trajetória de uma década do evento e as suas contribuições para o setor. O diretor-presidente da Anac, Tiago Faierstein, destacou a importância da segurança como fundamento da aviação civil. “A aviação é um dos pilares do desenvolvimento nacional — conecta pessoas, encurta distâncias, movimenta a economia e salva vidas. Mas toda essa grandeza depende de um alicerce inegociável: a segurança operacional. O Brasil deu passos significativos na construção de uma cultura sólida, com foco na gestão de riscos, no fortalecimento da fiscalização e na formação de profissionais qualificados”, afirmou. 

Primeiro dia (21/10) – Fatores humanos, gestão de crises e inovação regulatória 

O primeiro dia do SMS Brasil 2025 trouxe uma série de painéis que exploraram as diferentes dimensões da segurança operacional na aviação. 

José Carlos Bruno, da empresa Human Energy, abriu as discussões com o tema “Fatores humanos: do que estamos falando, afinal?”. Ele destacou que os acidentes são “socialmente organizados e sistematicamente produzidos por estruturas sociais”. Carlos abordou o tema sob a perspectiva de que o comportamento do sistema deve ser o foco da organização. Segundo o especialista, quanto mais regras existirem, maior é o impacto na segurança, e, quanto mais complexo for o sistema, menor o efeito dessas regras.  

Na sequência, foi entregue a primeira edição do Prêmio Demoiselle, um reconhecimento a profissionais que contribuíram de forma relevante para a melhoria contínua da segurança operacional no país. O premiado foi o comandante-instrutor de Airbus A320 da Latam Airlines Marcelo Marcusso. Com mais de duas décadas de trabalho na aviação, ele integrou as atividades de voo e de gestão nas áreas de Segurança Operacional e Operações de Voo. Ele recebeu o reconhecimento por sua atuação à frente do Grupo Brasileiro de Segurança Operacional da Aviação Comercial (BCAST) e pelas relevantes contribuições para a melhoria contínua da segurança operacional no País. 

Os destaques do dia também incluíram apresentações sobre vigilância por filmagem em exames de pilotos, conduzida pelo gerente de Exames de Pessoal da Anac, Marcus Vinícius, e sobre a mitigação de colisões e toques de cauda em aeronaves comerciais, com o gerente de Segurança da Aviação da Boeing para América Latina e Caribe, Fábio Catani. 

A ouvidora da Anac, Cristina Vilasboas, apresentou o painel “Registros de ouvidoria: participação dos cidadãos e segurança”. A servidora enfatizou que a confiança do público é essencial para fortalecer a cultura de segurança. “É fundamental que o usuário tenha confiança no processo, pra que possa denunciar com a certeza que será ouvido e que sua identidade será protegida”, destacou. 

Um dos momentos mais debatidos foi o painel “Gestão de crises para o público”, com a gerente de Resposta a Emergências da Latam, Waleska Fortini, e o gestor de Segurança Operacional do Aeroporto de Guarulhos, Tales Pucci, com a moderação do superintendente de Inteligência e Ação Fiscal da Anac, Claudio Ianelli. Waleska ressaltou que “pressão não é a inimiga, mas a falta de preparo é”, enquanto Tales falou sobre a importância da cultura organizacional e da segurança psicológica dos profissionais em momentos críticos das operações. 

No painel sobre Regulação Responsiva, o gerente de Operações da Aviação Geral da superintendência de Padrões Operacionais da Anac, Fábio Fagundes, apresentou o modelo que moderniza o processo sancionador e amplia o diálogo entre regulador e regulados, fortalecendo a conformidade regulatória e a atuação preventiva da Agência. 

Também foram debatidos temas como o Gerenciamento de Recursos da Tripulação (CRM), apresentado pelo especialista em regulação da superintendência de Padrões Operacionais da Anac João Pedro;e implementação do SGSO nas organizações de manutenção, com o gerente de Garantia da Qualidade da APS Serviços Aeronáuticos Regers Vidor, e o representante da Embraer, Salmir Dias Junior, com moderação do coordenador da superintendência de Padrões Operacionais da Anac Wenderson Pires. “O objetivo não é a perfeição, mas construir um sistema que fique mais seguro a cada aprendizado”, observou Salmir. 

Encerrando o primeiro dia o coordenador da Assessoria de Segurança Operacional da Anac, Ronaldo Gamermann,  apresentou a iniciativa “Aprendendo com todas as operações”. Inspirada na Flight Safety Foundation, propõe uma abordagem proativa: aprender também com o que dá certo. Abordou a necessidade de se aprimorar a análise de risco fazendo a gestão no dia a dia, observando o que acontece na linha de frente das operações aéreas, e as necessidades que precisam ser adaptadas para trazer maior segurança para o sistema de aviação. 

Segundo dia (22/1) – Cultura, tecnologia e cooperação internacional 

O segundo dia foi aberto pelo diretor Antônio Mathias Moreira, que reafirmou o compromisso da Anac com a promoção da segurança operacional. “Tecnologia só gera valor com processos bem definidos e comportamentos alinhados. A cultura vem antes da ferramenta”, destacou em sua fala de abertura do segundo dia do evento. 

O painel “Runway Safety: soluções tecnológicas, equipamentos e procedimentos”, foi moderado pelo superintendente de Infraestrutura Aeroportuária da Anac, Giovano Palma. Participaram o, diretor de Operações da Concessionaria Rio Galeão, Dimas Salvia; o, gerente de Segurança Operacional da Motiva Aeroportos, Eduardo Ulyssea; opresidente do BCAST e diretor de Qualidade e Segurança da Azul Linhas Aéreas, Renato Achoa; o diretor de Operações da Fraport Brasil, Edgar Nogueira, e o Coronel Fabio Lourenço Barbosa, do Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo Sudeste (CRCEA-SE) do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). Todos enfatizaram a importância da colaboração entre as instituições para garantir operações aéreas mais seguras. 

Na sequência, o painel “Operando aeronaves leves esportivas para instrução” apresentou experiências de escolas e fabricantes nacionais, com destaque para a fala do gerente técnico da superintendência de Aeronavegabilidade da Anac Nelson Nagamine, que abordou aeronaves adaptadas para pessoas com deficiência. Participaram do painel Ivan Sena Carvalho, da Safe Escola de Aviação; o engenheiro aeronáutico da Montaer Aeronaves Bruno de Oliveira; e o gerente técnico da superintendência de Pessoal da Aviação Civil da Anac Pedro Di Donato. 

O painel internacional sobre UPRT (Upset Prevention & Recovery Training) reuniu especialistas brasileiros e estrangeiros para discutir a importância desse treinamento na prevenção de acidentes, criado pelo Dr. Sunjoo, representante da International Development of Tecnology, que palestrou sobre o tema. “Compliance não é garantia de segurança. Eu acho que mais do que treinamento é necessário, é necessário melhoras as capacidades e habilidades de forma cooperativa entre autoridades, profissionais e as empresas aéreas”, destacou Dr. Sunjoo.  

Outro destaque foi o painel sobre Cultura de Segurança Operacional no compartilhamento de aeroportos: asas fixa e rotativa, o gerente técnico da superintendência de Infraestrutura Aeroportuária da Anac Victor Freire, que apresentou o Guia de Boas Práticas para Operações de Helicópteros em Aeroportos e o Manual de Orientações de Infraestrutura de Helipontos, ambos elaborados pela Agência. 

O Tenente-Coronel Thiago Alexandre Lirio, do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), apresentou a nova NSCA 3-13, norma que trata dos protocolos de investigação de ocorrências aeronáuticas da aviação civil. 

A palestra “Safety Culture” encerrou os debates, com o diretor regional de Segurança Operacional para América Latina e Caribe da Airbus, Santiago Saltos, que trouxe uma visão global sobre a evolução da segurança operacional e ressaltou a importância da colaboração entre todos os atores do sistema aéreo. 

O encerramento foi conduzido pelo chefe da Assessoria de Segurança Operacional da Anac, Bernardo Castro. Ele destacou a importância da atuação conjunta para o fortalecimento contínuo da segurança operacional na aviação brasileira. “O SMS Brasil mostra que a segurança é resultado do aprendizado coletivo, da troca de experiências e do compromisso de todos com a melhoria contínua”, concluiu. 

Assista ao vídeo comemorativo dos 10 anos do SMS Brasil.

Assessoria de Comunicação Social da Anac 

Brasil tem mulher, pela primeira vez, na liderança de jogos de guerra das Forças Armadas

Azuver. O nome, que traz referência direta a um exercício entre forças azuis e vermelhas, é do principal treinamento de futuros comandantes das Forças Armadas brasileiras, quando atuam em um conflito de grandes proporções, de maneira simulada. A edição de 2025 reúne 300 oficiais-alunos da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR), da Escola de Guerra Naval (EGN) e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME). Neste ano, o destaque é o fato de que um dos lados, o Azul, estará sob o comando de uma mulher, a Tenente-Coronel Adriana Gonçalves Reis, da Força Aérea Brasileira. 

“O Exercício Azuver permite conhecer melhor as capacidades, técnicas e táticas empregadas por cada Força Singular e, para mim, na função de Comandante do Teatro de Operações, tem sido muito gratificante liderar e integrar as ações de uma gama de Oficiais-Alunos, em um cenário de diversidade de formações doutrinárias, reunindo os talentos e as capacidades individuais de cada Escola para solucionar um problema militar complexo”, destacou a Tenente-Coronel Adriana. Para comandar a força vermelha foi escolhido o Major Gustavo Castro, do Exército Brasileiro.

A militar faz parte da primeira turma de oficiais aviadoras formadas pela Força Aérea Brasileira, em 2006. Selecionada para a área de transporte, ela tem a experiência de ter voado aeronaves na região amazônica, onde atualmente é comandante do Esquadrão Cobra. No Rio de Janeiro (RJ), a Tenente-Coronel Adriana foi a primeira mulher a se tornar parte do quadro de pilotos dos Boeing 707 (KC-137) e Boeing 767 (C-767) da Força Aérea Brasileira. A militar fez parte da representação brasileira nos Estados Unidos e, além da formação na Academia da Força Aérea, também é bacharel em Relações Internacionais.

Fonte: FAB

Apresentada nova plataforma com inteligência artificial que interage com clientes de empresas aéreas em mais de 75 idiomas

Participando do evento Assembleia Geral Anual e Fórum de Líderes de Empresas Aéreas da Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (ALTA AGM & Airline Leaders Forum) 2025, o encontro mais importante da aviação latino-americana, que está acontecendo em Lima, Peru, e reúne os principais executivos, autoridades e referências do setor aéreo, a KIU, companhia especializada em soluções tecnológicas integrais para companhias aéreas, apresenta sua nova plataforma de inteligência artificial.

Como parte de sua participação, Juan Felipe Restrepo, Chief Product Officer (CPO) da KIU, será um dos palestrantes na sessão “De Cliques a Viagens – Redefinindo a Experiência do Viajante”, que será realizada nessa segunda-feira, 20 de outubro, às 12:00 horas.

O painel, moderado por Nelamar Piñeiro (Venari Partners), contará também com a presença de Katrin Dalibor (SVP América Latina, Lufthansa) e Robert Buckman (SVP Solution Consulting, Americas Amadeus).

Durante a conversa, os líderes explorarão como a inteligência artificial, o NDC e as plataformas integradas estão transformando a experiência do viajante, desde a reserva até a chegada ao destino.

No âmbito do evento, será apresentada a KIUT AI, a nova plataforma de agentes de inteligência artificial baseados em linguagem natural, capazes de interagir com usuários em mais de 75 idiomas, tanto por texto quanto por voz, com capacidade multicanal para integração em diferentes pontos de contato.

Segundo a empresa, a KIUT AI é um marco na evolução tecnológica das companhias aéreas, ao tornar a tecnologia mais humana, simples e sustentável, aprimorando a experiência de viagem para torná-la ainda mais fluida, personalizada e eficiente.

“A KIUT AI representa a evolução da nossa proposta tecnológica: uma plataforma projetada para simplificar processos e fortalecer a conexão entre companhias aéreas e passageiros, alcançando assim mais receitas e menores custos”, destacou Juan Felipe Restrepo, CPO da KIU.

Informações da KIU

Embraer tem recorde sem precedentes, com mais de US$ 31 bilhões na carteira de pedidos no 3º trimestre de 2025 

A fabricante aeroespacial brasileira Embraer reporta hoje, dia 21 de outubro, que encerrou o terceiro trimestre de 2025 (3T25) com uma carteira de pedidos (backlog) em US$ 31,3 bilhões, um nível sem precedentes em sua história.

O valor representa aumento de 38% sobre o do mesmo período de 2024, quando a carteira de pedidos era de US$ 22,7 bilhões.

A empresa entregou 62 aeronaves no 3T25 em todas as unidades de negócios. O resultado reflete um aumento de 5% em relação às 59 entregas do mesmo período do ano anterior (3T24) e ligeiramente acima do segundo trimestre de 2025, quando foram entregues 61 jatos.

No acumulado do ano, as entregas da Aviação Comercial e da Aviação Executiva somaram 148 aeronaves, 16% acima dos 128 jatos registrados na comparação anual.

AVIAÇÃO COMERCIAL

A Aviação Comercial registrou uma carteira de pedidos de US$ 15,2 bilhões no 3T25, estabelecendo um novo recorde em 9 anos. O resultado aumentou 37% versus o 3T24 e 16% em relação ao 2T25, com book-to-bill de 2,7x nos últimos 12 meses.

Durante o trimestre, a Embraer anunciou que o E195-E2 passará a fazer parte das frotas da Avelo Airlines e do Grupo LATAM.

A Avelo fez um pedido firme de 50 jatos, com opção de compra de mais 50, apoiando a estratégia da companhia aérea de oferecer viagens acessíveis e convenientes nos Estados Unidos.

Alguns dias depois, o Grupo LATAM assinou um pedido firme para 24 aeronaves, com 50 opções adicionais de compra, o que deve ajudar a companhia aérea a expandir a conectividade pela América do Sul.

Houve 1 cancelamento líquido no programa E175 durante o trimestre. Por outro lado, o acordo assinado recentemente com a TrueNoord, para 20 jatos E195-E2, com direitos de compra para mais 20 unidades, e 10 jatos E175-E1, deverá ser incluído na carteira de pedidos no quarto trimestre de 2025.

No 3T25, a unidade de negócios entregou 20 novas aeronaves, 4 a mais que as 16 entregues no 3T24. No acumulado de janeiro a setembro (9M25), as entregas totalizaram 46 aeronaves, ou 57% do ponto médio da estimativa anual (entre 77 e 85 em 2025), 2 pontos percentuais acima da média de 55% registrada nos últimos cinco anos para o período. Resultados ainda mais tangíveis do plano da companhia para o nivelamento da produção são esperados para 2026.

Os modelos entregues no período foram: E175 para a American Airlines (4) e Republic Airlines (3); E190-E2 para Azorra (2); e E195-E2 para Porter (4), Azorra (3), Aircastle (2) e Mexicana (2).

AVIAÇÃO EXECUTIVA

A Aviação Executiva registrou carteira de pedidos de US$ 7,3 bilhões no 3T25, um aumento de 65% na comparação ano a ano, com leve queda de 2% entre trimestres consecutivos. A unidade de negócios contabilizou 41 entregas no período, em linha com o número de jatos entregues no 3T24.

Durante os 9M25, foram entregues 102 aeronaves no segmento. Isso representa 68% do ponto médio da estimativa anual (entre 145 e 155 aeronaves em 2025), superando em 11 pontos percentuais a média histórica de 57% registrada nos últimos cinco anos para o período. Resultados ainda mais tangíveis do plano da companhia para o nivelamento da produção são esperados para 2026.

Em agosto, a Embraer alcançou a marca de 2.000 entregas de jatos executivos, um momento emblemático na trajetória da companhia. A aeronave foi um Praetor 500, entregue ao departamento de aviação de uma grande empresa (cliente não revelado).

DEFESA & SEGURANÇA

Em Defesa & Segurança, a carteira de pedidos fechou em US$ 3,9 bilhões no 3T25, com alta de 8% na comparação anual. No período, a Embraer entregou o terceiro KC-390 Millennium à Força Aérea Portuguesa.

Outro destaque do segmento foi o contrato firmado com o Panamá para a aquisição de 4 aeronaves A-29 Super Tucano. A frota será operada pelo Serviço Nacional Aeronaval (SENAN) do Panamá como nova plataforma de vigilância e proteção.

Também foi anunciada a venda de 1 unidade do A-29 Super Tucano para a SNC, nos Estados Unidos. A venda antecede uma potencial encomenda que será feita por meio do programa do governo norte-americano Foreign Military Sales (Vendas Militares Estrangeiras).

Em agosto de 2025, alinhado ao objetivo estratégico da Embraer de aumentar a disponibilidade de aeronaves no curto prazo para clientes internacionais, a empresa e a Força Aérea Brasileira firmaram um acordo mútuo para reduzir de 19 para 18 o número total de aeronaves KC-390 a serem entregues sob o contrato vigente.

A compra do KC-390 Millennium pela Suécia (4), a seleção pela Eslováquia (3) e Lituânia (3), o pedido adicional de Portugal (1) e os A-29 Super Tucano do Panamá (4) não foram incluídos ainda na carteira de pedidos, pois os contratos não estão em vigor ou ainda estão em discussão.

SERVIÇOS & SUPORTE

Serviços & Suporte atingiu uma carteira de pedidos de US$ 4,9 bilhões no final do trimestre, com expressiva alta de 40% na comparação anual, impulsionada por diversos contratos assinados ao longo do último ano.

Assim, a unidade de negócios manteve sua posição como um dos principais motores de crescimento da Embraer, combinando excelência operacional, experiência diferenciada para o cliente e soluções inovadoras.

Informações da Embraer

Tecnologia e Segurança: o futuro dos aeroportos brasileiros em debate

Evento reuniu representantes dos setores público e privado para debater melhorias tecnológicas na segurança aeroportuária


Amodernização de mecanismos e tecnologias de segurança nos aeroportos brasileiros foi objeto de discussão durante o evento Tecnologia e Segurança – O Futuro dos Aeroportos no Brasil. A iniciativa foi da associação Aeroportos do Brasil (ABR), em parceria com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Ministério de Portos e Aeroportos (Mpor), em Guarulhos (SP), na última quinta-feira, 16 de outubro. 

A iniciativa compõe o projeto Aeroportos+Seguros, liderado pela Agência, com o objetivo apoiar os aeroportos brasileiros na modernização de seus equipamentos e procedimentos de segurança. A ação já resultou na instalação de equipamentos de inspeção mais modernos nos aeroportos paulistas de Guarulhos e  Viracopos. Os equipamentos foram doados pela Transportation Security Administratation (TSA), dos Estados Unidos. Em Brasília (DF), há provas de conceito em andamento com o scanner corporal para o passageiro e equipamentos de raio-x dual view para bagagem de mão.  

Logo na abertura, o assessor da diretoria da Anac Luiz Pimenta destacou que os aeroportos brasileiros já são extremamente seguros; o debate é aprimorar ainda mais a segurança desses espaços. “Não estamos inseguros, mas podemos avançar” resumiu. 

No curso das discussões, o assessor da superintendência de Regulação Econômica de Aeroportos da Anac Bruno Falcão enfatizou que os aeroportos brasileiros já são seguros, e que o objetivo é deixá-los ainda melhores. “Às vezes a pessoa pode pensar que os equipamentos estão ultrapassados e entender que são inseguros, mas esse não é o caso. Os aeroportos brasileiros já são muito seguros, o nosso esforço é para elevar ainda mais o padrão”, declarou.  

A questão da infraestrutura dos terminais foi outro destaque apontado pelas concessionárias Inframerica (Brasília), GRU Airport (Guarulhos) e Aeroportos Brasil Viracopos (Campinas). Os representantes apontam que equipamentos mais modernos demandam ajustes com relação ao número de agentes de proteção e ocupam mais espaço em comparação aos tradicionais. “Os equipamentos geraram ganho de eficiência, mas também é importante adaptar a infraestrutura dos aeroportos para receber as novas tecnologias”, acrescentou o gerente de operações do Aeroporto de Viracopos, Wesley Correa, sobre a experiência do terminal. 

Para Luiza Deusdará, diretora de investimentos da Secretaria Nacional de Aviação Civil do Mpor, o evento é uma importante oportunidade para os setores público e privado aperfeiçoarem práticas. “É um desafio unir as experiências dos setores público e privado para conseguir avanços. Mas, ao mesmo tempo, temos casos de sucessos espalhados pelo mundo: a tecnologia está disseminada, e sabemos que ela funciona”, declarou.  

A capacitação do pessoal que opera os equipamentos de segurança também foi objeto de debate. Para os participantes, a valorização dos Agentes de Proteção da Aviação Civil (Apacs) é fundamental, e vai além do salário: é preciso pensar em possibilidades de evolução na carreira, melhores benefícios e redução da rotatividade. “Toda a organização deve ter uma cultura organizacional voltada à segurança, o que é construído pelo exemplo. A aviação é feita por pessoas, e promover a cultura de segurança é responsabilidade de todos nós que estamos no setor”, declarou a superintendente de Pessoal da Aviação Civil da Anac, Mariana Altoé. 

Participantes apontaram que os aeroportos brasileiros precisam avançar na eficiência operacional, aprimorar a gestão de riscos e ter mais rapidez no processamento de passageiros. Equipamentos como o scanner corporal, o raio-x dual view e os equipamentos de tomografia (CTs) permitem esse processamento mais rápido, além de serem menos invasivos, o que aprimora a experiência do viajante e reduz atritos durante a inspeção dos passageiros.  

Sobre a experiência do passageiro, a Anac lançou recentemente a campanha Embarque Numa Boa: Segurança e Respeito em cada inspeção, para auxiliar os viajantes a entender a importância dos processos de segurança nos terminais.  

Assessoria de Comunicação Social da Anac  

Brasil e Chile avançam em cooperação para combustíveis sustentáveis de aviação

O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou na quarta-feira, 16, uma reunião do Grupo de Trabalho Brasil-Chile sobre combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), que reuniu autoridades, representantes do setor aéreo e especialistas em biocombustíveis.

O encontro contou com a presença do embaixador do Chile no Brasil, Sebastian Cabrera, e de representantes do Ministério de Energia do Chile. Segundo o MME, em nota, isso reforçou “o compromisso dos dois países com a descarbonização do transporte aéreo e com a integração regional em políticas energéticas”.

Durante a abertura, o diretor do Departamento de Biocombustíveis do MME, Marlon Arraes, destacou o papel estratégico da cooperação bilateral para o avanço do mercado de SAF na América do Sul.

“O Brasil e o Chile compartilham o desafio de tornar o combustível sustentável de aviação uma alternativa competitiva e acessível. O grupo de trabalho é fundamental para unir esforços, trocar conhecimento e identificar oportunidades conjuntas para o desenvolvimento desse mercado”, afirmou Arraes.

O diretor ressaltou que a aviação é um dos setores mais difíceis de descarbonizar e que o mandato de SAF estabelecido pelo programa Combustível do Futuro seria um passo decisivo para promover a transição energética no transporte aéreo brasileiro.

A lei prevê metas graduais de redução de emissões, começando com 1% em 2027 e alcançando 10% em 2037. O decreto que regulamenta o Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação está em fase de elaboração.

O encontro também abordou temas como certificação de sustentabilidade, infraestrutura de distribuição, mecanismos de financiamento e capacitação técnica. A comitiva chilena fará uma visita técnica ao Centro de Pesquisas e Análises Tecnológicas (CPT) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), responsável por análises e ensaios de qualidade em combustíveis e biocombustíveis.

Conforme o MME, a parceria com o Chile ganha relevância no contexto da COP30, que será realizada no Brasil neste ano. “A cooperação regional é essencial para que a América do Sul fortaleça sua posição global na produção e uso de combustíveis sustentáveis, e o Chile tem avançado com políticas inspiradas na experiência brasileira, como a introdução de 10% de etanol na gasolina, o que demonstra a convergência de estratégias entre os dois países”, disse a pasta.

A próxima reunião do grupo está prevista para janeiro de 2026, quando será iniciado o debate sobre o plano de trabalho conjunto e as metas prioritárias de implementação.

Diálogo público-privado

A segunda sessão do encontro promoveu um diálogo entre governo e setor produtivo sobre a implementação do mandato de SAF previsto na lei do Combustível do Futuro, “reforçando o compromisso conjunto com uma transição energética sustentável e colaborativa na aviação”, segundo o MME.

O debate contou com representantes do MME, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Ministério de Energía do Chile, e as companhias aéreas Gol, Latam e Azul, além de entidades do setor como a Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata) e a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Com 8,5 milhões de passageiros transportados, aviação doméstica chega ao 13º mês consecutivo de alta

Mercado internacional também mantém trajetória de crescimento, com 2,3 milhões de passageiros movimentados

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Seguindo a trajetória de alta iniciada em setembro de 2024, o mês de setembro de 2025 registrou 8,5 milhões de passageiros transportados no segmento doméstico, melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em janeiro de 2000. O setor internacional também obteve recorde para o mês, com 2,3 milhões de passageiros movimentados, mantendo a tendência de alta iniciada em abril de 2021.Os dados estão no relatório de demanda e oferta da Anac, agora atualizado até setembro de 2025. 

No total, foram 10,8 milhões de viajantes, 8,4% acima dos números totais registrados para setembro de 2024 e a melhor movimentação para setembro desde janeiro de 2000 (mesmo caso). O crescimento do setor doméstico em relação a setembro de 2024 foi de 7,7%, enquanto a alta do setor internacional foi de 11,2%. 

A demanda (RPK) e oferta (ASK), dados aferidos respectivamente pela multiplicação de passageiros pagantes por quilômetros percorridos e pela multiplicação de assentos disponíveis por quilômetros voados, também registraram crescimentos recordes. Demanda e oferta doméstica cresceram, respectivamente, 10% e 7,9% em relação a setembro de 2024. No segmento internacional, o crescimento de demanda e oferta foi de 10,2% e 10,5%, respectivamente. Finalmente, demanda e oferta totais tiveram alta de 10,1% e 9,5%. 

O setor de cargas doméstico movimentou 38,1 mil toneladas, redução de 3,6% em relação a setembro de 2024. Já no setor internacional, foram movimentadas 71 mil toneladas, redução de 6,3% em relação a setembro de 2024. 

Assessoria de Comunicação Social da Anac