Jornada AVSEC reúne mais de 230 participantes e reforça integração entre setor público e privado

Evento promoveu atualização técnica e debate sobre temas estratégicos para a segurança da aviação civil

AAgência Nacional de Aviação Civil (Anac) sediou, na quarta-feira (10), em Brasília, a XIV Jornada AVSEC e Cybersecurity Expo. O evento reuniu mais de 230 participantes e consolidou-se como um importante fórum de diálogo, integração e atualização técnica no âmbito da segurança da aviação civil.  

A programação abordou temas atuais e estratégicos para o setor. Entre os destaques estiveram: a mesa redonda sobre o tratamento a ser dispensado ao passageiro indisciplinado, regulamentação que entrará em vigor em setembro de 2026, o projeto normativo referente à não reconciliação da bagagem despachada em caso de passageiro faltante. As rodas de conversa também trataram da Regulação Responsiva, novo modelo de atuação fiscalizatória, e as recentes emendas aos Regulamentos Brasileiros da Aviação Civil (RBAC) nº 107 e 108.  

Outro ponto de destaque foi a apresentação dos produtos desenvolvidos pelos grupos que compõem o Brazilian Aviation Security Team (BASeT), reconhecidos como ferramentas relevantes para a indústria por refletirem uma iniciativa liderada pelo próprio setor. 

O fórum contou com a participação de representantes de diversas instituições e entidades do setor, entre elas a Polícia Federal, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), a Associação Brasileira de Aeroportos (ABR), a Secretaria de Aviação Civil (SAC), o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), operadores aéreos e aeroportuários, além de centros de instrução AVSEC e outros atores envolvidos com a segurança da aviação civil. 

Assessoria de Comunicação Social da Anac 

Seleção do Uruguai troca de avião às pressas antes de estreia na Copa do Mundo

Seleção de futebol do Uruguai precisou substituir às pressas a aeronave fretada para os Estados Unidos após problemas regulatórios


A seleção masculina do Uruguai enfrentou um contratempo às vésperas de sua estreia na Copa do Mundo, ontem (14), após a aeronave fretada para transportar a delegação do México para os Estados Unidos ser impedida de ingressar no espaço aéreo norte-americano por questões regulatórias.

A solução encontrada foi a contratação emergencial de um Boeing 737 MAX 9 da Aeroméxico, que levou a equipe até a Flórida poucas horas antes do compromisso diante da Arábia Saudita, que acontecerá nesta segunda-feira (15), às 19h (Brasília).

Segundo informações divulgadas pela Associação Uruguaia de Futebol (AUF), a aeronave originalmente contratada não possuía a documentação exigida pelas autoridades dos Estados Unidos para operar no país.

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A delegação uruguaia estava hospedada no Complexo Mayakoba, no leste do México, escolhido como centro de treinamento para o torneio. A localização foi considerada estratégica por estar entre Miami, sede dos dois primeiros jogos da equipe, e Guadalajara, cidade que receberá o terceiro compromisso da fase de grupos.

Acompanhamento da FIFA

De acordo com relatos da imprensa mexicana, a AUF atribuiu a falha operacional à organização do torneio. Em resposta, a FIFA afirmou ter atuado para reduzir os impactos da ocorrência.

O atraso ocorreu em um momento sensível para a programação da seleção. A delegação precisava ingressar em território norte-americano ainda na noite anterior à partida, enquanto o técnico Marcelo Bielsa tinha participação prevista em entrevista coletiva no Hard Rock Stadium, em Miami.

Boeing 737 MAX 9 da Aeromexico

A aeronave mobilizada para substituir o voo original foi um Boeing 737 MAX 9 (XA-MJJ) operado pela Aeromexico. Ele pode transportar até 181 passageiros, sendo dezesseis na classe executiva e 165 na classe econômica.

O avião decolou de Cancún por volta das 16h45, pousando pouco das 19h30 em Fort Lauderdale, nos arredores de Miami, nos respectivos horários locais. A chegada ocorreu pouco antes do prazo considerado crítico para o cumprimento da agenda da seleção uruguaia.

Antes da missão para transportar a delegação uruguaia, o 737 MAX havia realizado um voo doméstico regular entre Cidade do México e Cancún. 

Até o momento, a identidade da aeronave inicialmente contratada para transportar a seleção uruguaia não foi divulgada oficialmente. Também não foram detalhados os documentos que impediram sua entrada no espaço aéreo dos Estados Unidos.

Fonte: AeroMagazine